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Saúde investiga há dois meses reações adversas da vacina contra a dengue do Butantan

Segundo pasta, ainda não há conclusão sobre os eventos adversos registrados em 42 pessoas

R7 Planalto|Edis Henrique Peres, do R7, em BrasíliaOpens in new window

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LEIA AQUI O RESUMO DA NOTÍCIA

  • O Ministério da Saúde suspendeu a vacinação contra a dengue do Butantan devido a 42 casos de reações adversas graves.
  • A decisão sobre a retomada ou interrupção da vacinação será baseada na avaliação das evidências disponíveis.
  • A investigação é conduzida em conjunto com a Anvisa, o laboratório fabricante, especialistas, estados e municípios.
  • Dois casos de morte estão sendo investigados, e a suspensão é uma medida de precaução, segundo o ministro Alexandre Padilha.

Produzido pela Ri7a - a Inteligência Artificial do R7

Padilha anunciou a suspensão da vacina há dois meses; não há previsão de decisão final da pasta Ministério da Saúde/Flickr - arquivo

Há dois meses o Ministério da Saúde suspendeu a vacinação contra a dengue com o imunizante produzido pelo Butantan e iniciou a investigação sobre os 42 casos de reações adversas graves que podem estar ligados a aplicação da dose.

Em nota enviada ao R7 Planalto, atualizando a medida, o Ministério disse que “qualquer decisão sobre a retomada, modificação ou interrupção definitiva da estratégia de vacinação será tomada com base na avaliação integrada das evidências disponíveis e comunicada de forma transparente e oportuna à população”.


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Não há, contudo, um prazo estabelecido para a conclusão de análises. A investigação é conduzida pela Saúde em articulação com a Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária), o laboratório fabricante, especialistas e estados e municípios.

O ministro da Saúde, Alexandre Padilha, anunciou a suspensão em 6 de junho. Dois casos de morte são investigados, além das 42 pessoas que relataram reações adversas severas. Na ocasião, o titular da pasta defendeu que a descontinuidade da vacina “é uma ação de precaução que deve sempre guiar quem respeita a vida”.


“Isso vai ser importante para que o Ministério da Saúde e a Anvisa aprofundem a investigação tanto dos 42 casos, tanto dos episódios de reação adversa severa. Identificar quem tomou na mesma época o imunizante, a cadeia de frios, questões de logísticas e aplicação, para investigar detalhadamente os 42 episódios”, reforçou.

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