Diretor-presidente da Anac critica ‘indústria de judicialização’ contra companhias aéreas
Tiago Faierstein deu declaração durante Fórum Brasileiro de Aviação; problema afasta empresas estrangeiras do Brasil, diz diretor
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O diretor-presidente da Anac (Agência Nacional de Aviação Civil), Tiago Faierstein, criticou o que chamou de “indústria de judicialização” contra companhias aéreas no Fórum Brasileiro de Aviação nesta quinta-feira (23). Segundo Faierstein, o cenário atual afasta empresas estrangeiras de operarem no Brasil.
“O custo da judicialização hoje no Brasil atinge o lucro das companhias aéreas. Não estamos falando em reduzir o seu direito. A nossa regra vai torná-lo mais forte. O problema é que hoje você entra nas redes sociais e aparecem vídeos do tipo: atrasou o voo, ganhe R$ 10 mil. Virou uma indústria. Tem estados que quase virou caso de polícia a distorção jurídica”, afirmou.
Faierstein quer revisar a resolução 400 da Anac e admite que a medida “não vai agradar todo mundo”. “Mas, no fim do dia, queremos que o passageiro seja valorizado”, garantiu.
Segundo o diretor-presidente da Anac, a expectativa é que as companhias continuem prestando assistência aos passageiros, como em casos de atraso, que seja ofertado pernoite, alimentação e os demais cuidados necessários para o bem-estar dos passageiros.
“Mas precisamos saber de quem é essa responsabilidade. Isso que a resolução quer deixar mais claro: para quem for responsável, que arque com o dano”, afirmou.
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