PT faz busca dentro do partido e se vê em dilema de nomes para o governo de Minas Gerais
Partido tem dificuldade de substituição frente a indefinição de Pacheco; senador foi aposta de Lula, mas colocou campanha no ‘modo avião’
R7 Planalto|Lis Cappi, do R7, em Brasília
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O PT busca um nome para substituir a candidatura de Rodrigo Pacheco (PSB) ao governo de Minas Gerais. O partido tem intensificado buscas internas para se chegar a uma escolha que garanta palanque ao presidente Lula no estado, mas lida com a falta de opções.
O plano principal do partido era lançar Pacheco, mas a mudança de rota teria passado após sinais de que o ex-presidente do Senado não teria interesse de disputar a eleição. O mineiro ainda não se manifestou formalmente, mas o PT, chefiado por Edinho Silva, passou a cotar outros candidatos.
A possibilidade foi levada a outros nomes do PT, como o deputado federal Reginaldo Lopes, que relatou a reforma tributária e tem ganhado visibilidade pela autoria da PEC pelo fim da jornada 6x1. Marília Campos, ex-prefeita de Contagem, também foi sondada. Ela lidera as intenções de voto ao Senado no estado.
Interlocutores da legenda a nível estadual relataram ao R7 Planalto que nenhum dos dois teria o interesse na disputa ao governo de Minas, pelo alinhamento de candidaturas no Congresso. Mas há possibilidade de que aceitem o convite, a depender da estratégia da legenda e da posição do presidente Lula.
Edinho Silva também cogita outras possibilidades e prevê manter em aberto conversas com o ex-prefeito de Minas Gerais, Alexandre Kalil, pré-candidato pelo PDT.
Uma ala do PT ainda considera a possibilidade de Pacheco e teria mandado recados ao senador para que ele fizesse um gesto a favor da pré-candidatura. No PSB, a avaliação é de que seria positivo se Pacheco topasse a disputa, mas que a escolha final cabe a ele.
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