Governo torna sem efeito, pela segunda vez, nomeação de comissionado ligado ao PL de Bolsonaro
Secretário no Ministério do Turismo chegou a ser nomeado na gestão Lula, mas teve nomeação revogada por histórico
R7 Planalto|Do R7, em Brasília
LEIA AQUI O RESUMO DA NOTÍCIA
Produzido pela Ri7a - a Inteligência Artificial do R7

A Casa Civil do governo Lula exonerou, pela segunda vez, Paulo Tiago Almeida Miranda. Ele havia sido nomeado em 30 de julho para o cargo de secretário-executivo adjunto do Ministério do Turismo, mas foi desligado da função em menos de uma semana devido à atuação próxima ao PL, partido do ex-presidente Jair Bolsonaro. Miranda trabalhou no Ministério da Saúde na gestão do ex-presidente.
O cargo, de natureza comissionada, é normalmente destinado a pessoas de confiança e oferece remuneração bruta de R$ 27,9 mil. O cancelamento da indicação dele ao cargo foi chancelado pela ministra Miriam Belchior.

O desligamento do cargo foi motivado pelo histórico profissional de Miranda, segundo apurou o R7 Planalto. Ele atuou por dez meses como assessor no gabinete da deputada federal Daniela Reinehr (PL-SC), em 2023. E está lotado, desde 2025, no gabinete do senador Jaime Bagattoli (PL-RO), um dos vice-líderes da oposição ao governo no Senado.
Miranda também chefiou a Assessoria Especial de Assuntos Parlamentares do Ministério da Saúde durante o governo Bolsonaro. Ele chegou a ser nomeado, na gestão Lula, para função no Ministério da Pesca, mas também foi exonerado assim que a Casa Civil tomou ciência de sua relação com o PL.
Leia Mais
Fique por dentro das principais notícias do dia no Brasil e no mundo. Siga o canal do R7, o portal de notícias da Record, no WhatsApp
















