Helicópteros que bateram no Rio não tinham autorização para transporte de táxi-aéreo
Anac lista matrículas de aeronaves como não autorizadas para tipo de transporte de passageiros
LEIA AQUI O RESUMO DA NOTÍCIA
Produzido pela Ri7a - a Inteligência Artificial do R7

Os dois helicópteros que colidiram e deixaram seis mortos no Rio de Janeiro neste domingo (14) não possuíam autorização para transporte de táxi-aéreo junto à Anac (Agência Nacional de Aviação).
A informação foi consultada pelo R7 Planalto na plataforma Voe Seguro a partir de matrículas confirmadas pela FAB (Força Aérea Brasileira). Cada uma das duas aeronaves consta com informação de “não autorizada” para o tipo de transporte.

A plataforma da Anac apresenta, ainda, um alerta de denúncias para táxi-aéreo clandestino, com informação de que voos inseguros apresentam risco de morte. Os detalhes foram consultados pela coluna neste domingo, aos registros PP-MAC e PR-DJJ, horas após o acidente no Rio de Janeiro.
Leia Mais
Por meio de nota enviada ao R7, a Anac lamentou o ocorrido e se solidarizou aos familiares das vítimas. Sem detalhar informações sobre as aeronaves, a agência fez alerta para que passageiros chequem a autorização do tipo de aeronave antes de embarcar.
“A Agência destaca ainda que o transporte ilegal de passageiros é crime e coloca vidas em risco”.
O Cenipa (Centro de Investigação e Prevenção de Acidentes Aeronáuticos) vai apurar o que motivou o acidente, a partir de informações coletadas por investigadores que foram até o local de queda de uma das aeronaves.
Fique por dentro das principais notícias do dia no Brasil e no mundo. Siga o canal do R7, o portal de notícias da Record, no WhatsApp














