Inep poderá gastar até R$ 96 milhões com segurança do Enem entre 2026 e 2028
Valor será dividido entre unidades da Federação e levará em conta locais de aplicação das provas, níveis de risco e rotas de transporte
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Produzido pela Ri7a - a Inteligência Artificial do R7

O Inep (Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira) estabeleceu um gasto máximo de R$ 96 milhões com a segurança do Enem (Exame Nacional do Ensino Médio) no triênio de 2026 a 2028.
A medida define o montante que pode ser gasto por meio de convênios com órgãos de segurança pública para garantir o sigilo e a integridade das provas em todas as etapas da operação.
Pela regra, os valores pagos levarão em conta critérios como:
- Níveis de risco;
- Número de rotas de transporte;
- Estrutura de armazenamento dos materiais;
- Quantidade de locais de aplicação das provas.
O Inep estipulou, ainda, um padrão mínimo de atuação das forças de segurança, o que inclui a escolta dos documentos do exame, a vigilância dos locais da avaliação e o monitoramento dos pontos de armazenamento das provas.
Entre outras ações previstas estão o acompanhamento das mídias sociais e de outras fontes digitais para identificação de possíveis ameaças ou tentativas de fraude.
Os estados com a maior fatia de recursos são São Paulo (até R$ 12.505.450,00), Minas Gerais (até R$ 10.969.625,48) e Bahia (até R$ 7.826.456,21).
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