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Marçal pode disputar o Senado pelo União Brasil, diz presidente do partido

Antônio Rueda aposta na reversão de condenações que deixaram o empresário inelegível até 2032

R7 Planalto|Lis Cappi, do R7, em Brasília

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LEIA AQUI O RESUMO DA NOTÍCIA

  • Antônio Rueda, presidente do Uniã Brasil, considera a candidatura de Pablo Marçal ao Senado em 2026.
  • Marçal está inelegível até 2032 devido a condenações por uso indevido de comunicação na campanha à prefeitura de São Paulo.
  • Rueda acredita na possibilidade de reverter a inelegibilidade através de recursos ao Tribunal Superior Eleitoral.
  • O Uniã Brasil busca aumentar sua representatividade no Congresso e aguarda a confirmação de uma federação com os Progressistas.

Produzido pela Ri7a - a Inteligência Artificial do R7

De olho nas eleições deste ano, Pablo Marçal se filiou ao União Brasil: Senado é opção Felipe Marques/Zimel Press/Estadão Conteúdo - 06.03.2026

O presidente do União Brasil, Antônio Rueda, trabalha com a possibilidade de que o empresário Pablo Marçal, recém-filiado à sigla, dispute uma cadeira ao Senado por São Paulo nas eleições de 2026.

“A gente vai discutir isso a partir do dia 3. Estamos conversando com ele e tem várias possibilidades, como o Senado”, afirmou Rueda ao R7 Planalto, na quarta-feira (11).


Uma eventual candidatura, contudo, depende de uma ofensiva jurídica para reverter a situação do empresário. Marçal está inelegível até 2032, por uso indevido de meios de comunicação durante a campanha à prefeitura de São Paulo em 2024.

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O presidente do partido se mostra otimista em reverter a situação do empresário e aponta a possibilidade de recurso junto ao próprio TSE (Tribunal Superior Eleitoral).


“Ele hoje tem o julgamento em curso [no TRE], que está com embargos de declarações, e a gente acredita muito nesses embargos. E, eventualmente, entrar com recurso junto ao TSE”, ressalta Rueda.

A estratégia ligada ao coach reforça o plano da legenda de aumentar a representatividade no Congresso. Atualmente, o partido conta com 55 deputados e cinco senadores. O próprio Rueda deve disputar uma cadeira na Câmara pelo Rio de Janeiro.


O partido ainda aguarda a confirmação de uma federação com o Progressistas. O pedido de aliança entre os dois partidos foi apresentado à Justiça Eleitoral, mas segue pendente de validação. Para que o acordo vigore em outubro, o registro precisa ser oficializado até abril, seis meses antes das eleições.

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Os textos aqui publicados não refletem necessariamente a opinião do Grupo Record.

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