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Mulheres de militares e condenados ligados ao 8 de Janeiro lançam nomes ao Congresso

Rebeca Ramagem, Cida Villas Bôas e Mariana Naime disputarão vagas por partidos de direita

R7 Planalto|Lis Cappi, do R7, em BrasíliaOpens in new window

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LEIA AQUI O RESUMO DA NOTÍCIA

  • Esposas de militares e condenados pelo 8 de Janeiro lançam candidaturas à Câmara dos Deputados em 2026.
  • Rebeca Ramagem, esposa do ex-deputado Alexandre Ramagem, será candidata pelo PL no Rio de Janeiro.
  • Cida Villas Bôas, esposa do ex-comandante do Exército Eduardo Villas Bôas, concorrerá pelo Novo no Distrito Federal.
  • Mariana Naime, esposa do coronel Jorge Eduardo Naime, disputará uma vaga no DF pelo PL.

Produzido pela Ri7a - a Inteligência Artificial do R7

Mulheres de nomes associados ao 8/1 preparam candidaturas ao Congresso Montagem R7 - Reprodução/Redes Sociais

A mobilização em quartéis e os desdobramentos que culminaram nas condenações pelos atos golpistas de 8 de Janeiro impulsionaram candidaturas e levaram à estreia de mulheres na disputa eleitoral de 2026.

Ao menos três esposas de militares ou condenados pela trama golpista decidiram lançar nomes à Câmara. Filiadas a partidos de direita, como o PL e o Novo, o ponto em comum é o 8 de Janeiro.


Rebeca Ramagem vai disputar o cargo de deputada pelo PL no Rio de Janeiro. Ela é esposa do ex-deputado Alexandre Ramagem, que perdeu o cargo como parlamentar após ser condenado a 16 anos de prisão pelo STF (Supremo Tribunal Federal), por organização criminosa e tentativa de abolição do Estado Democrático de Direito. Os dois estão nos Estados Unidos.

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Cida Villas Bôas, esposa do ex-comandante do Exército general Eduardo Villas Bôas, sairá candidata pelo Novo no Distrito Federal. Ela chegou a visitar quartéis golpistas durante acampamentos que antecederam o 8/1.


O general não fez parte da investigação ligada ao 8 de Janeiro, nem foi condenado, mas o nome é associado ao período que antecedeu à mobilização popular. Publicações feitas por ele em redes sociais e uma carta de manifestações — que questionava o processo eleitoral que deu vitória a Lula em 2022, além de exaltar as manifestações em acampamentos — o associam ao 8/1.

Mariana Naime, casada com o coronel da Polícia Militar Jorge Eduardo Naime, condenado a 16 anos de prisão por omissão nos atos do 8 de Janeiro, também será candidata ao DF, mas pelo PL.

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