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Sem Cleitinho, direita aposta em Marcelo Aro para o governo de Minas Gerais

Aliados consideram que futuro candidato do PP tem maioria de prefeitos, mas traição à chapa de Simões pode pesar na campanha

R7 Planalto|Lis Cappi, do R7, em BrasíliaOpens in new window

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LEIA AQUI O RESUMO DA NOTÍCIA

  • Senador Cleitinho (Republicanos) não será candidato ao governo de Minas Gerais.
  • Marcelo Aro, do PP, é o novo nome forte da direita para a candidatura ao governo mineiro.
  • Marcelo Aro foi ex-secretário do governo de Romeu Zema e pode reunir apoio de ao menos dez legendas.
  • A candidatura de Marcelo Aro enfrenta desafios devido à possível traição à chapa de Simões.

Produzido pela Ri7a - a Inteligência Artificial do R7

Cleitinho decidiu pelo governo de Minas após convenção do partido e não poderá ser candidato Carlos Moura/Agência Senado - 27.05.2026

Com a confirmação de que o senador Cleitinho (Republicanos) não será candidato ao governo de Minas Gerais, as apostas da direita no estado se voltam para o nome de Marcelo Aro, do PP.

Ex-secretário do governo de Romeu Zema, Aro tem ganhado força para uma aliança entre partidos e pode reunir ao menos dez legendas, segundo previsões do entorno do político relatadas ao R7 Planalto.


A aproximação contemplaria desde partidos de centro, como a federação entre União e o Progressistas, quanto o Republicanos, Avante, PRD e legendas de direita, como o PL. A aposta é de que ele seja o palanque de Flávio Bolsonaro no segundo maior colégio eleitoral do país.

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Aliados de Aro destacam a influência do político nas cidades mineiras, em razão do período em que atuou como secretário de governo na gestão Zema.


A atribuição do cargo permitiu uma aproximação com prefeituras e poderia facilitar a campanha em cerca de 800 municípios, segundo projeções otimistas. No outro lado da balança, pode pesar contra o político o rótulo de “traidor” na campanha à reeleição do atual governador, Mateus Simões (PSD).

Simões, que era vice-governador na gestão Zema, assumiu o cargo máximo no Executivo mineiro em abril, para que o aliado do Novo entrasse na disputa à Presidência, e contava com Aro na própria campanha. O acordo previa que ele concorresse ao Senado e reforçasse pedidos de voto ao nome do PSD.


A falta de espaço projetada para a corrida ao Congresso e o desempenho de Simões em pesquisas de opinião, contudo, contribuíram para a mudança de planos do ex-secretário.

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