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Toffoli enfrenta o 26º pedido de impeachment no Senado

Ministro do STF admitiu ser sócio de empresa que recebeu dinheiro do Banco Master; magistrado se recusa a deixar relatoria do processo

R7 Planalto|Do R7, em Brasília

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LEIA AQUI O RESUMO DA NOTÍCIA

  • Ministro Dias Toffoli enfrenta 26 pedidos de impeachment no Senado.
  • Cidadãos comuns protocolaram três representações este ano pedindo a saída do ministro do STF.
  • Toffoli admitiu ser sócio da empresa Maridt, envolvida em transações com o Banco Master.
  • Polícia Federal entregou informações relevantes a Edson Fachin sobre o caso, que foram encaminhadas para análise de Toffoli.

Produzido pela Ri7a - a Inteligência Artificial do R7

Ministro do STF, Dias Toffoli em plenário
Dias Toffoli é relator da ação que investiga o Banco Master e nega necessidade de abrir mão do caso Antonio Augusto/STF - 10.02.2026

No epicentro de mais um escândalo que envolve o Banco Master, o ministro Dias Toffoli, do STF, enfrenta o 26º pedido de impeachment no Senado.

O magistrado admitiu ser sócio da empresa Maridt Participações S.A., que vendeu a participação no Resort Tayayá, no Paraná, a um fundo do cunhado do banqueiro Daniel Vorcaro, dono da instituição financeira.


A mais nova representação acaba de ser apresentada pelo senador Eduardo Girão (Novo-CE) e pelo deputado federal Marcel van Hattem (Novo-RS). Com isso, quatro dos pedidos de impeachment foram protocolados neste ano.

Apesar do número crescente de representações que pedem a saída do ministro do STF, elas não têm chance de prosperar no Senado.


Nessa terça-feira (11), a PF (Polícia Federal) entregou ao ministro Edson Fachin o material encontrado no celular de Vorcaro, com menções ao nome de Toffoli.

Contudo, o presidente do STF encaminhou o caso a Toffoli, para que ele mesmo analise se vai se declarar impedido.


Por meio de nota, Toffoli não fez menção a uma eventual suspeição e disse que só se tornou relator do Caso Master no Supremo quando a “Maridt não fazia mais parte do grupo Tayayá Ribeirão Claro”.

O ministro também não informou quanto recebeu nas negociações, mas disse que todas as vendas das participações da empresa no resort ocorreram “dentro de valor de mercado”.

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Os textos aqui publicados não refletem necessariamente a opinião do Grupo Record.

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