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Trump confirma que chamou Netanyahu de ‘louco’ durante ligação telefônica

Hostilidades continuam entre Israel e o grupo terrorista Hezbollah, apesar de um acordo mediado pelos EUA

Reuters

Internacional|Da Reuters

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LEIA AQUI O RESUMO DA NOTÍCIA

  • Donald Trump admitiu ter chamado Benjamin Netanyahu de "louco" em uma ligação telefônica.
  • A conversa ocorreu durante negociações sobre os conflitos no Líbano e as relações com o Irã.
  • Trump e Netanyahu têm uma relação próxima, mas Trump expressou frustração com as ações de Netanyahu no Líbano.
  • O Irã exige que um cessar-fogo inclua o Líbano, após a invasão israelense em março.

Produzido pela Ri7a - a Inteligência Artificial do R7

Trump afirmou que, apesar das críticas, ele e Netanyahu têm um bom relacionamento Jonathan Ernst/Reuters - 29.12.2025

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, admitiu ter chamado o primeiro-ministro israelense, Benjamin Netanyahu, de “louco” durante uma ligação telefônica repleta de palavrões sobre os conflitos no Líbano, enquanto os EUA tentavam negociar o fim das hostilidades com o Irã.

Em uma entrevista transmitida na quarta-feira (3), Trump foi questionado se chamou o líder israelense de “louco” e o acusou de ingratidão, parafraseando uma reportagem do site Axios.

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“Sim, chamei”, disse Trump ao podcast “Pod Force One”. “Eu não diria que estava com raiva. Eu estava um pouco incomodado com as constantes brigas dele com o Líbano, sabe?”

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Trump prosseguiu dizendo que ele e Netanyahu se dão muito bem.

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De acordo com a reportagem, que citou uma autoridade norte-americana não identificada, Trump disse a Netanyahu em uma ligação na segunda-feira: “Você é um louco do c... Você estaria na prisão se não fosse por mim. Estou salvando a sua pele.”

Trump afirmou na entrevista: “Em certo momento, eu disse: Bibi, temos que parar com isso. Temos que parar com isso.”

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O Irã disse que não aceitará um acordo com os Estados Unidos para encerrar a guerra iniciada por Trump e Netanyahu no final de fevereiro, a menos que o cessar-fogo também abranja o Líbano, país invadido por Israel em março em perseguição ao grupo Hezbollah, alinhado ao Irã, que realizou ataques transfronteiriços em apoio a Teerã.

As hostilidades continuaram, apesar de um acordo mediado pelos EUA, anunciado na segunda-feira (1), que levou Israel a recuar nos ataques aos subúrbios do sul de Beirute, controlados pelos terroristas do Hezbollah, e o grupo apoiado pelo Irã a interromper os ataques transfronteiriços.

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Ataques com drones israelenses mataram pelo menos seis pessoas no sul do Líbano e atingiram um carro ao sul de Beirute na quarta-feira, segundo fontes de segurança libanesas.

Israel afirmou ter interceptado uma aeronave hostil, provavelmente disparada pelo Hezbollah.

Trump se irritou ao ser questionado se Netanyahu o havia “enganado” para atacar o Irã, dizendo que seus críticos eram “o inimigo”.

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