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Após Picciani afirmar que "perdoaria" taxistas, secretaria diz que multas não foram suspensas

Secretaria afirma que vai analisar caso a caso

Rio de Janeiro|Do R7

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Congestionamento na capital
chegou a 125 km
Congestionamento na capital chegou a 125 km

Em entrevista na manhã desta quinta-feira (7), o secretário de Transportes do Rio, Rafael Picciani, afirmou que as multas aplicadas a 180 taxistas que fizeram parte da manifestação que parou a cidade na última sexta estão suspensas, mas, em nota à imprensa, emitida pela secretaria de Transportes, a pasta afirma que as multas estão tramitando e que, “quando o secretário afirmou que as multas estariam "sobrestadas" (suspensas), o que ele quis dizer é que durante o período de recurso o motorista tem o direto de se defender.”

Segundo Picciani, a Prefeitura não tem intenção de transformar as multas em punições.


— Elas [as multas] estão suspensas até que a gente tenha a certeza de que, de fato, as ações mais arbitrárias da manifestação de sexta-feira foram o fugimento ao controle de uma manifestação muito grande e não uma real intenção. Ficando configurado que foi uma situação pontual, onde uma manifestação de grande porte interferiu na cidade e na sua fluidez das vias a gente tem a intenção de, talvez, anistiar essas multas porque nós não pretendemos fazer dessa situação um momento punitivo.

Na nota enviada pela Secretaria, a pasta também afirma que vai analisar caso a caso já que os taxistas argumentaram que em alguns pontos o protesto saiu do controle e nem todas as infrações foram intencionais.


Rio entrou em estágio de atenção devido manifestação contra o Uber

O protesto de taxistas contra o aplicativo Uber que começou na madrugada da última sexta-feira em diferentes pontos do Rio provocou congestionamentos em toda a cidade. Segundo o COR (Centro de Operações Rio), o congestionamento na capital fluminense chegou a 125 km. Por causa disso, a cidade entrou em estágio de atenção.

Os taxistas pedem que os carros do aplicativo Uber, que oferece serviço de "carona paga", sejam considerados ilegais, além de novas autonomias para motoristas. No ano passado, o prefeito Eduardo Paes sancionou a lei que proibia o aplicativo no Rio de Janeiro, mas o Tribunal de Justiça expediu uma liminar suspendendo a lei sancionada pelo prefeito.

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