Caso Eduardo: PMs chegam encapuzados para reconstituição da morte no Alemão; pais deixam comunidade
Delegado quer fazer reprodução no exato momento da morte do garoto
Rio de Janeiro|Bruna Oliveira, do R7

Os PMs envolvidos na ocorrência que resultou na morte do menino Eduardo de Jesus Ferreira, no dia 2 de abril, no Complexo do Alemão, chegaram por volta das 16h desta sexta-feira (17), na localidade do Areal, para participar da reconstituição da morte da criança. Eles estavam encapuzados para não serem identificados.
Por volta das 16h30, os pais da criança deixaram a comunidade. A irmã do menino já deu sua versão sobre o crime.
O delegado Rivaldo Barbosa afirmou que a reprodução simulada não tem hora para terminar. Ele disse que será importante fazer a reconstituição da morte do menino Eduardo, com os PMs envolvidos na ocorrência, no horário que a criança foi atingida, às 17h30. O objetivo é reproduzir com fidelidade o cenário do crime.
— Será essencial para retratar todas as condições de tempo, temperatuta e luz. Vamos ficar aqui o tempo que os peritos acharem necessário. Às 17h30 é um horario importante no que diz respeito à luz e condições visuais que todas as testemunhas poderão falar 'eu vi' ou 'não vi'.
A reprodução simulada da morte do capitão Uanderson está praticamente finalizada. Já a da moradora Elizabeth, atingida dentro de casa, estava pela metade por volta das 16h.















