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Justiça do Rio ouve quatro testemunhas no caso Fernando Iggnácio

Contraventor foi executado a tiros em novembro de 2020. Com Covid-19, suspeito de ser mandante do crime não foi na audiência

Rio de Janeiro|Rafaela Oliveira, do R7*

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O Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro ouviu, nesta quinta-feira (10), quatro testemunhas da morte contraventor Fernando Iggnácio, executado a tiros em novembro de 2020. 

Acusado de ser o mandante da execução, Rogério Andrade não compareceu à audiência apresentando por ter testado positivo para Covid-19. Ele é patrono da escola de samba Mocidade Independente de Padre Miguel e sobrinho do contraventor Castor de Andrade. 


A juíza Tula Corrêa de Melo, da 1ª Vara Criminal da Capital, designou para o dia 18 de março, a partir das 13h, a continuação da Audiência de Instrução e Julgamento do processo sobre a morte do contraventor Fernando Iggnácio, executado a tiros em novembro de 2020. 

Relembre o caso

O assassinato de Iggnácio aconteceu na garagem de um heliponto, no Recreio dos Bandeirantes, na zona oeste do Rio. Genro de Castor de Andrade, ele caiu em uma emboscada após chegar de Angra dos Reis de helicóptero. 


Além de Rogério Andrade, Rodrigo Silva das Neves e Marcio Araújo de Souza, que estão presos e participaram da audiência, são acusados de participação no crime. Ygor Rodrigues Santos da Cruz e os irmãos Pedro Emanuel D’Onofre e Otto Samuel d’Onofre estão foragidos.

*Estagiária do R7, sob supervisão de PH Rosa 

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