Logo R7.com
RecordPlus

Justiça do Rio ouve testemunhas de acusação do caso de quadrilha especializada em aborto

71 suspeitos de participação no esquema ilegal foram presos durante operação Herodes

Rio de Janeiro|Do R7

  • Google News
Operação foi deflagrada após a morte de Jandira; corpo foi encontrado carbonizado depois que ela procurou clínica de aborto
Operação foi deflagrada após a morte de Jandira; corpo foi encontrado carbonizado depois que ela procurou clínica de aborto

A Justiça do Rio realiza audiência, nesta segunda-feira (27), para ouvir testemunhas de acusação do processo que julga uma quadrilha especializada em abortos. Os 71 envolvidos no esquema ilegal foram presos durante a operação Herodes, em outubro de 2014. 

De acordo com a assessoria de imprensa do TJRJ (Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro), seis delegados foram convocados para esta audiência, que começou às 13h. A juíza Elizabeth Louro, do 4º Tribunal do Júri da Capital, preside a sessão.


A operação Herodes foi a maior investigação já realizada para combater este tipo de crime. O trabalho durou 15 meses e apontou que a quadrilha se dividia em sete núcleos, que atuavam na capital e na região metropolitana.

A ação contou com 430 agentes da Polícia Civil, 70 delegados, 150 viaturas e tem o apoio da CGU (Corregedoria Geral Unificada), da corregedoria interna da Polícia Militar e do Exército brasileiro.


A operação foi deflagrada após a morte de Jandira Magdalena, de 27 anos. O corpo da jovem foi encontrado carbonizado dentro de um carro depois que ela procurou uma clínica de aborto, em Campo Grande, na zona oeste do Rio.

Em setembro, Elisângela Barbosa, 32 anos, morreu por complicações em uma tentativa de aborto. Ela foi abandonada na entrada de uma comunidade em Niterói, na região metropolitana, quando traficantes teriam obrigado moradores a levar a vítima para o Hospital Azevedo Lima, onde ela morreu.

Últimas


Utilizamos cookies e tecnologia para aprimorar sua experiência de navegação de acordo com oAviso de Privacidade.