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Polícia faz buscas em investigação sobre morte de cabo eleitoral

Renata Castro foi morta com 14 tiros em Magé, na Baixada Fluminense, em outubro do ano passado

Rio de Janeiro|Do R7

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A Polícia Civil fez uma operação para cumprir oito mandados de busca e apreensão na investigação sobre a morte da cabo eleitoral Renata Castro, nesta sexta-feira (27). Ela foi morta com 14 tiros em outubro de 2020 em Magé, na Baixada Fluminense.

Renata trabalhou em diferentes grupos políticos e colecionou inimigos
Renata trabalhou em diferentes grupos políticos e colecionou inimigos

Entre os alvos estão ex-vereadores e ex-secretários, além de um policial militar. A polícia confirmou que motivação política é a principal linha de investigação.


Segundo as investigações, Renata Castro trabalhou em diferentes grupos políticos, inclusive para a família Cozzolino, e colecionou inimigos.

Antes de ser morta, ela formalizou denúncias e ataques pessoais a adversários, principalmente com postagens em redes sociais na época de campanha.


Alexandre Teixeira da Cruz, o “Peixe”

Os agentes estiveram em endereços de Alexandre Teixeira da Cruz, o Peixe, que está desaparecido desde 7 de julho de 2021. Ele é suspeito de participação na morte de Renata Castro e de envolvimento com um grupo de extermínio, segundo a polícia.

A DHBF (Divisão de Homicídios da Baixada Fluminense) investiga o sumiço e denúncias apontam que ele teria sido morto na comunidade Parada Angélica por um suposto envolvimento com o chefe do tráfico local.


Peixe foi candidato a vereador nas duas últimas eleições. Em 2016, apoiou o atual prefeito eleito e no ano passado apoiou o candidato derrotado.

O crime

Em 30 de outubro de 2020, Renata Castro saiu de casa para buscar o pagamento pelo trabalho de campanha quando foi interceptada por um veículo. Dois executores desceram e dispararam contra a vítima.


O carro utilizado pelos criminosos foi roubado um mês antes na rodovia Washington Luiz. O veículo foi abandonado a 7 km da cena do crime na localidade Ponte Preta, próximo das comunidades Parada Angélica e Santa Lucia.

Os executores tentaram atear fogo no carro com uma garrafa de cachaça roubada em um comércio local, mas não conseguiram.

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