Polícia mantém suspensa reprodução simulada da morte de DG
Reconstituição já havia sido adiada devido à paralisação de 24 horas da Polícia Civil
Rio de Janeiro|Do R7

A realização da reconstituição da morte do dançarino Douglas Rafael da Silva, o DG, no morro Pavão-Pavãozinho, em Copacabana, zona sul do Rio, segue suspensa após policiais civis decidirem em assembleia na noite de quarta (21) paralisação da categoria por mais 24 horas. O governador Luiz Fernando Pezão se reúne hoje com lideranças do movimento grevista.
A simulação do crime, que estava marcada para quarta, já havia sido adiada devido à paralisação de 24 horas da Polícia Civil.
Douglas foi encontrado morto no pátio de uma escola no dia 22 de abril. Na ocasião, moradores do Pavão-Pavãozinho fizeram uma manifestação e chegaram a fechar uma via importante de Copacabana. O laudo preliminar divulgado pelo IML (Instituto Médico Legal) constatou que DG morreu por causa de uma "hemorragia interna decorrente de laceração pulmonar, proveniente de ferimento transfixante do tórax".
Dez armas de policiais militares da UPP (Unidade de Polícia Pacificadora) do Pavão-Pavãozinho foram confiscadas pelos comandos das UPPs. A investigação apura de onde partiu o disparo. De acordo com a Polícia Civil, todos os PMs que estavam na comunidade ou participaram da operação na qual foram registrados disparos na madrugada da do dia que DG foi encontrado morto seriam ouvidos. A Polícia Militar nega uma perseguição ao jovem, versão diferente da contada pela família do rapaz.














