Polícia prende mais um suspeito de matar dono de academia na Baixada Fluminense
Luigi Sirino dos Santos foi preso por agentes da Delegacia de Homicídios da Capital
Rio de Janeiro|Do R7

Mais um suspeito de participar do assassinato do empresário Felipe Lavina, de 27 anos, no último dia 25, foi preso nesta segunda-feira (16). De acordo com a Polícia Civil, Luigi Sirino dos Santos, de 20 anos, foi detido por agentes da DHBF (Divisão de Homicídios da Baixada Fluminense).
Contra ele foi cumprido um mandando de busca e apreensão pelo crime de latrocínio — roubo seguido de morte —, em Nova Iguaçu, na Baixada Fluminense. A Polícia Civil ainda não informou qual foi a participação de Luigi no crime.
Reviravolta
O caso teve uma reviravolta na semana passada, após a prisão de Elen Cury, namorada do professor e dono de academia morto no mês passado. Segundo a Polícia Civil, a suspeita foi à DHBF (Divisão de Homicídios da Baixada Fluminense) prestar depoimento e acabou presa por suspeita de planejar a morte de Felipe Lavina, de 27 anos. Contra ela, Justiça expediu na quarta-feira (10) um mandado de prisão temporária.
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Segundo informações de agentes da delegacia, Elen estaria interessada nos bens do empresário e queria obter comprovação de união estável. A delegacia ainda não sabe se essa teria sido a motivação do crime.
O crime aconteceu no dia 25 de outubro, e Elen foi feita refém junto com o namorado. No último dia 1º, um menor de 17 anos foi preso suspeito de participar da ação. Contra ele havia um mandado de busca e apreensão pelo crime de latrocínio.
Relembre o caso
O corpo de Lavina foi encontrado no dia do crime, no bairro K-11, em Nova Iguaçu, na baixada. Ele teve a casa invadida e roubada e depois foi levado pelos criminosos e morto.
Três homens entraram no quintal onde a família de Felipe vivia e invadiram a casa onde o empresário morava. Eles encontraram o portão aberto e se dirigiram ao terceiro andar, onde ficava a casa dele. Sem desconfiar, o jovem abriu a porta e os criminosos entraram e roubaram cerca de R$ 10 mil.
Enquanto os criminosos estavam na casa de Felipe, a mulher de Wilson Lavina, pai dele, ligou para a PM, mas quando os agentes chegaram, cerca de 40 minutos depois, os criminosos já haviam pegado o jovem e a namorada e os colocaram no carro do irmão dele. Após rodar por cerca de uma hora e chegarem à Nova Iguaçu, eles pararam numa rua deserta. A namorada de Felipe foi vendada e agredida com coronhadas. O empresário foi executado com três tiros. Elen foi liberada em seguida e o carro abandonado pelos suspeitos.
Wilson Lavina, diz que o filho era conhecido por todo mundo e não tinha inimigos. Ele também afirmou não saber porque o portão estava aberto, já que Lavina sempre pedia para mantê-lo trancado. Após perder o filho jovem, ele diz que chora todos os dias.
— Eu acordo de manhã e já estou chorando sem nem saber, sem nem sentir.















