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Suspeito de lançar rojão em cinegrafista chega ao Complexo Penitenciário de Gericinó, no Rio

Caio Silva de Souza foi preso na madrugada desta quarta (12) em Feira de Santana, na Bahia

Rio de Janeiro|Do R7

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O helicóptero da Record mostrou a chegada de Caio ao presídio
O helicóptero da Record mostrou a chegada de Caio ao presídio

Caio Silva de Souza, suspeito de lançar o rojão e matar o cinegrafista Santiago Andrade no Rio, chegou às 17h15 desta quarta-feira (12) ao Complexo Penitenciário de Gericinó, na zona oeste do Rio. Ele deverá ficar preso na cadeia José Frederico Marques.

A pena por homicídio doloso, com intenção, associada a outros crimes a que Caio poderá ser indiciado, pode passar de 30 anos. O suspeito foi preso na madrugada desta quarta (12) em Feira de Santana, na Bahia. Segundo a polícia, o rapaz saiu do Rio no começo desta semana e tinha a intenção de chegar à casa dos avós, no Ceará, conforme informou o delegado Maurício Luciano.


— Ele embarcou no ônibus segunda-feira pela manhã. Fugiu antes de saber da prisão. A repercussão gerou temor nele e fez com que ele preferisse ir para Ipu, onde residem os avós paternos dele.

Durante o voo de volta, que chegou ao Rio pela manhã, o suspeito pouco falou e disse que só prestaria esclarecimentos em juízo.


— Ele se calou, disse que não ia falar. Mas não tenho dúvidas de que ele sabia o que estava deflagrando. Esse tipo de artefato é recorrente em manifestações. Inclusive, o Esquadrão Antibombas tem uma série de apreensões, é conhecido como rojão treme-terra.

A namorada de Souza foi peça importante nas tratativas para ele se entregar. Por telefone, ela teria convencido o rapaz a interromper a fuga. Após ser preso, ele disse que não comia havia dois dias.


Souza foi identificado com a ajuda do outro envolvido, Fábio Raposo,preso desde domingo (9). Raposo diz ter repassado o rojão ao outro manifestante.

Na terça-feira (10), o Disque-Denúncia divulgou a foto do suspeito para que a população ajudasse a localizar o seu paradeiro. Policiais fizeram buscas em vários pontos do Rio de Janeiro para cumprir o mandado de prisão temporária contra Souza, mas não o encontraram no Estado. Funcionário do hospital Rocha Faria, ele teria dito aos colegas que estava com insolação e, por isso, teria de faltar.

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