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Operação Convergência: 34 presos suspeitos de tráfico de drogas e armas

Uma megaoperação da polícia mobilizou forças, não apenas no Rio Grande do Sul, mas também em Santa Catarina, na chamada Operação Convergência.

Guaíba no Ar|Do R7

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LEIA AQUI O RESUMO DA NOTÍCIA

  • A Polícia Civil executou a Operação Convergência para desmantelar uma rede de tráfico de drogas no RS e SC.

  • Foram cumpridos 73 mandados judiciais, resultando na prisão de 34 pessoas, incluindo um advogado.

  • Além das prisões, 30 mandados de busca e apreensão foram realizados em dez municípios diferentes.

  • A operação é parte de investigações que duram mais de um ano e continua com diligências em busca de foragidos.

 

A ação, iniciada na madrugada desta quinta-feira (17), resultou na prisão de 34 pessoas, entre os 43 mandados de prisão preventiva expedidos.

Como funcionava a rede


Segundo o delegado responsável, Wesley Lopes, a Operação Convergência é fruto de uma investigação de mais de um ano e meio sobre uma cadeia de tráfico de drogas atuante em Porto Alegre e Região Metropolitana. Os envolvidos tinham funções diferenciadas dentro da organização - desde o abastecimento e fornecimento até a distribuição e revenda final da droga.

Ao todo, foram cumpridas 73 medidas judiciais: 43 mandados de prisão preventiva e 30 de busca e apreensão, em oito municípios gaúchos - Porto Alegre, Cachoeirinha, Novo Hamburgo, Gravataí, Guaíba, São Leopoldo, Imbé e Taquara - além de Criciúma e Jaguaruna, em Santa Catarina.


O advogado investigado

Entre os presos está o advogado Edson Silva da Costa, de 55 anos, detido no bairro Belém Velho, na Zona Sul de Porto Alegre. Segundo o delegado, durante as investigações foi apurado que ele atuava colaborando com a organização criminosa, repassando informações que não se relacionavam com o exercício regular da advocacia. Ele já havia sido alvo de outra investigação do Denarc, em 2023, e era um nome conhecido do meio policial por atuar em favor da facção.


Apreensões e continuidade das diligências

O foco da fase ostensiva da operação não foi a apreensão de materiais, mas de colher mais elementos de prova e cumprir as medidas judiciais deferidas. Ainda assim, em um dos endereços na Zona Norte de Porto Alegre, um carro foi apreendido depois que o alvo negou possuí-lo - o veículo será periciado para verificar se era usado no tráfico.

Segundo a repórter Carolina Silveira apurou, dos 43 mandados de prisão preventiva, 34 foram efetivamente cumpridos até o fechamento da operação, e as diligências para localizar os demais alvos continuam.

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