Antes de protesto, PM dialoga com manifestantes e pede que mantenham a ordem
Concentração de ato contra governador de São Paulo na Paulista; uma pista foi interditada
São Paulo|Fernando Mellis, do R7
Durante cerca de 15 minutos, o coronel Reynaldo Simões Rossi, comandante do policiamento na área central de São Paulo, conversou com organizadores do protesto marcado para a noite desta sexta-feira (2), cujo “alvo” é o governador Geraldo Alckmin (PSDB). O diálogo aconteceu no vão do Masp, na avenida Paulista.
Por volta das 19h, de acordo com a PM, cerca de 100 pessoas estavam concentradas no local. Este é o terceiro protesto organizado pelo mesmo grupo. O primeiro aconteceu na sexta-feira (26), na avenida Paulista, e foi marcado por depredações, principalmente, a bancos. Ao menos oito agências foram vandalizadas.
O segundo foi no Largo da batata, em Pinheiros, zona oeste, na terça-feira (30), e também houve depredações. Vinte pessoas foram detidas.
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O coronel Reynaldo Simões Rossi pediu aos envolvidos que usassem as mesmas redes sociais empenhadas na mobilização do ato para fazer um apelo contra o vandalismo. Argumentou ainda que, da mesma forma que eles pedem que a PM não tire a tarjeta de identificação da farda, que os manifestantes também não cubram os rostos.
Os representantes do grupo que fará o protesto argumentaram que não teriam como garantir que não houvesse depredações, já que não têm controle sobre todos que participarão do ato. Afirmaram que, caso ocorra vandalismo, continuariam a manifestação de forma pacífica.
Pouco depois das 19h, a avenida Paulista foi fechada nos dois sentidos: no sentido Consolação, na altura da avenida Brigadeiro Luiz Antônio; no sentido Paraíso, na altura do Masp. Por volta das 19h50, o grupo caminhava apenas a pista do sentido Paraíso. Não havia ainda definição do percurso que seria feito.















