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Caso Joaquim: Justiça começa a ouvir depoimentos sobre a morte da criança

Ministério Público acusa padrasto de cometer o crime e mãe de ser cúmplice; crime foi em 2013

São Paulo|Do R7

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Joaquim Ponte Marques, de três anos, morreu após dose excessiva de insulina
Joaquim Ponte Marques, de três anos, morreu após dose excessiva de insulina

A Justiça de São Paulo começa a ouvir nesta terça-feira (5) os depoimentos sobre a morte do menino Joaquim Ponte Marques, de três anos, que foi encontrado morto em Barretos, no interior paulista, em novembro do ano passado. O MP (Ministério Público) acusa o padrasto de cometer o crime e a mãe de ser cúmplice. Cerca de 40 pessoas serão ouvidas.

A criança foi encontrada no rio Pardo, perto de Barretos. Ele estava desaparecido havia cinco dias. O padrasto, Guilherme Longo, e a mãe do menino, Natália Ponte, respondem por homicídio triplamente qualificado, Lonto ainda é acusado de ocultação de cadáver.


Para o MP, o padrasto matou Joaquim com uma alta dose de insulina, hormônio usado para o tratamento de diabetes. Em seguida, ele teria jogado a criança no córrego próximo a casa da família. pesar da polícia nao ter encontrado indícios que pudessem incriminar Natália pela morte do filho, a promotoria alega que a mãe foi omissa, visto que tinha conhecimento do comportamento agressivo do companheiro com o menino.

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Longo está preso na penitenciária 2, em Tremembé, no interior de São Paulo. A mãe de Joaquim chegou a ficar detida por um mês, mas conseguiu um habeas corpus. Ambos negam participação no crime. 


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