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Padrasto de Joaquim deve depor mais uma vez nesta terça-feira

Guilherme Longo é o principal suspeito da polícia para a morte do menino de 3 anos

São Paulo|Do R7, com TV Record

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Menino Joaquim foi encontrado morto em um rio no interior de SP
Menino Joaquim foi encontrado morto em um rio no interior de SP

O técnico em informática Guilherme Raymo Longo, de 28 anos, será ouvido mais uma vez pela polícia de Ribeirão Preto, no interior de São Paulo, na tarde desta terça-feira (26). Ele era o padrasto de Joaquim Ponte Marques, de 3, encontrado morto em um rio dias depois de desaparecer da casa da família. Longo é o principal suspeito da polícia para o crime.

Segundo o delegado Paulo Henrique Martins de Castro, responsável pelo caso, o depoimento do padrasto de Joaquim será importante diante das mais recentes declarações da psicóloga Natália Mingoni Ponte, de 28 anos, mãe de Joaquim e mulher de Longo. Em seu mais recente depoimento, ela disse ser possível que o técnico em informática tenha matado a criança.


Os investigadores já consideram os trabalhos bastante avançados, mas ainda precisam colher mais depoimentos e aguardar laudos complementares antes de concluir o inquérito, o que está previsto para ocorrer até o dia 10 de dezembro, de acordo com o delegado. Os primeiros policiais a chegarem na casa no dia do desaparecimento de Joaquim e familiares de Natália devem depor ainda nesta semana.

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Longo segue preso de maneira temporária em uma delegacia de Barretos, também no interior paulista. Já Natália, que não será ouvida nesta terça-feira, está detida na cadeia pública feminina de Franca.


Reconstituição

Guilherme Longo participou de uma reconstituição do crime na última sexta-feira (22). O trabalho da polícia durou cerca de duas horas. O padrasto foi hostilizado pela população que compareceu ao local.


A mãe da criança, Natália Ponte, não participou da simulação. Segundo Paulo Henrique Martins de Castro, delegado que investiga o caso, não havia necessidade da presença dela na reconstituição. O promotor do caso, Marcus Tulio Alves Nicolino, declarou que a simulação reforçou a tese da polícia de que não houve participação de "estranhos no evento". Segundo Nicolino, Longo e Natália continuam sendo os principais suspeitos. 

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