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Quem é o ‘Diabo Loiro’, ex-padrasto de MC Ryan e suspeito de lavar dinheiro para o PCC

Eduardo Magrini foi alvo de operação da Polícia Civil e do Ministério Público nesta sexta-feira (8)

Estadão Conteúdo

São Paulo|Do Estadão Conteúdo

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LEIA AQUI O RESUMO DA NOTÍCIA

  • Eduardo Magrini, conhecido como "Diabo Loiro", é ex-padrasto do funkeiro MC Ryan e suspeito de lavar dinheiro para o PCC.
  • Ele foi alvo de uma operação da Polícia Civil e do Ministério Público para desarticular um grupo criminoso ligado ao tráfico de drogas.
  • Magrini já possui diversas passagens pela polícia, incluindo uma prisão por tráfico de drogas em 2012.
  • Antes de ser preso, se apresentava como "influencer digital" nas redes sociais, com cerca de 105 mil seguidores.

Produzido pela Ri7a - a Inteligência Artificial do R7

Eduardo Magrini se define nas redes sociais como produtor rural Reprodução/rede sociais/@dutrotecampinas - 30.10.2025

Eduardo Magrini, conhecido como “Diabo Loiro”, apontado como líder do esquema e ex-padrasto do funkeiro MC Ryan SP, é um dos alvos de operação da Polícia Civil e do Ministério Público de São Paulo realizada na manhã desta sexta-feira (8) para desarticular um grupo criminoso que teria lavado dinheiro do PCC (Primeiro Comando da Capital) por meio de empresas de transporte e rodeios.

Magrini também foi alvo recente de uma investigação sobre branqueamento de ativos milionários da facção. A reportagem tenta contato com a defesa de Eduardo Magrini. O espaço está aberto.


“Diabo Loiro” foi preso em outubro do ano passado em uma investigação do Gaeco, braço do Ministério Público de combate aos tentáculos do crime organizado, por suspeita de envolvimento em um plano do PCC para assassinar o promotor de Justiça Amauri Silveira Filho.

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Segundo o Ministério Público, Magrini acumula diferentes passagens pela polícia. Entre elas, uma em 2012, quando foi preso por tráfico de drogas em uma mansão em Bom Jesus dos Perdões, no interior de São Paulo.


Ele teria participação direta em ataques contra as forças de segurança do Estado, incluindo os atentados contra a sede do Departamento Estadual de Investigações Criminais (Deic), em 2006.

Nas redes sociais, antes de ser preso, Magrini se apresentava como “influencer digital” e compartilhava com cerca de 105 mil seguidores fotos em viagens, rodeios e ao lado de carros de luxo.

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