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Entenda como ultrassom dermatológico pode impedir complicações após uso do ácido hialurônico

Médica brasileira responsável pelo estudo que desenvolveu o método falou com a RECORD NEWS

Saúde|Do R7, com RECORD NEWS

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LEIA AQUI O RESUMO DA NOTÍCIA

  • Um novo método com ultrassom dermatológico pode prevenir complicações graves em preenchimentos com ácido hialurônico.
  • Complicações como cegueira, AVC e necrose podem ocorrer devido a erros na aplicação do ácido hialurônico.
  • O ultrassom com Doppler permite uma análise precisa das estruturas vasculares, reduzindo riscos durante e após o procedimento.
  • A crescente demanda na dermatologia levou ao desenvolvimento de equipamentos de ultrassom mais acessíveis e com melhor resolução.

Produzido pela Ri7a - a Inteligência Artificial do R7

Um estudo desenvolveu um método que pode impedir complicações graves em preenchimentos feitos com ácido hialurônico. Essencial para a sustentação da pele, a biomolécula já é produzida pelo ser humano, mas erros de aplicação cometidos por profissionais da estética podem causar danos aos pacientes.

Os procedimentos com ácido hialurônico aumentaram 56% em todo o mundo. Mas, quando a substância é aplicada de forma inadequada, as consequências podem ser graves. Entre elas, cegueira, AVC (Acidente Vascular Cerebral) e necrose na pele.


Mulher de costas vendo tela de aparelho de ultrassom
Aparelho pode localizar possíveis obstruções de vasos sanguíneos Reprodução/Record News

Por meio de um ultrassom com Doppler, o profissional consegue analisar melhor essas estruturas para reduzir o risco de complicações. O equipamento pode ser usado tanto na hora do procedimento quanto depois, para localizar possíveis obstruções de vasos sanguíneos.

Segundo Rosa Sigrist, radiologista do Hospital das Clínicas de São Paulo e responsável por liderar o estudo, o ultrassom dermatológico já é utilizado em outras áreas da medicina, porém, nos últimos dez anos, houve uma crescente demanda da área da dermatologia.


“A gente consegue, com o ultrassom, ver onde estão os vasos e a gente consegue também, que é o que a gente mais fez na pesquisa, verificar quando tem uma oclusão vascular, um problema dos vasos sanguíneos que podem estar obstruídos. A gente consegue localizar mais assertivamente o local e ajudar o tratamento de uma forma mais assertiva”, explica. Segundo ela, é possível dar mais segurança ao paciente antes da aplicação e um melhor tratamento caso ocorra alguma complicação.

A médica esclarece que a alta demanda pelos aparelhos fez com que as empresas desenvolvessem equipamentos cada vez com custo menor e com uma resolução melhor.

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