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OMS diz ser necessário mais de R$ 200 milhões para combater o ebola

Doença já matou mais de 1.000 de pessoas na África Ocidental

Saúde|Do R7

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Ebola já matou mais de 1.000 na África Ocidental
Ebola já matou mais de 1.000 na África Ocidental

A OMS (Organização Mundial da Saúde) afirmou nesta quarta-feira (13) que é necessário destinar R$ 220 milhões (US$ 100 milhões) para combater a epidemia de ebola, que já matou mais de 1.000 de pessoas na África Ocidental.

Em entrevista coletiva promovida pela UA (União Africana) em Adis-Abeba, capital da Etiópia, o representante da OMS, Pierre M'Pelé Kilebou, disse que "é necessário uma quantia extra de R$ 220 milhões (US$ 100 milhões) para combater o pior surto do vírus de ebola, que afeta quatro países de África Ocidental".


Diante do aumento de casos de contágio, na sexta-feira passada a OMS declarou o surto de ebola na África Ocidental uma "emergência pública sanitária internacional".

— Atualmente, já foram registrados mais de 1.800 casos, com uma taxa de mortalidade que oscila entre 45% e 75% em cinco meses.


Brasil avalia adquirir remédio para tratamento do ebola

Desde que o surto surgiu em março, em Guiné, a OMS enviou cerca de 200 pessoas para os quatro países afetados, Guiné, Libéria, Serra Leoa e Nigéria. Ontem foi anunciado que a Libéria tratará dois médicos infectados com ZMapp, o remédio experimental usado em três pacientes contagiados pelo vírus e que melhorou o estado de saúde de dois deles, dois americanos, enquanto o terceiro, um espanhol, morreu ontem em Madri.


OMS aprova, mas não diz quem receberá tratamentos contra ebola

A União Africana afirmou que é "urgente" o uso de remédios experimentais para tratar os pacientes contagiados pelo vírus. Para o comissário de Assuntos Sociais da UA, Mustapha Sidki, "com a natureza fatal da doença, qualquer ajuda é bem-vinda, incluindo o compromisso do governo canadense de fornecer o remédio para mil pacientes de ebola".


EUA prometem entregar à Libéria soro experimental contra ebola

A OMS aprovou ontem, do ponto de vista ético, o uso de tratamentos experimentais contra o ebola, embora não tenha especificado quem terá prioridade para receber os medicamentos. 

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