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Vacina experimental diminui risco de recaída do câncer de pele

Tratamento será feito com fragmento específico do tumor de cada paciente, ou seja, personalizado para cada indivíduo, explica presidente da SBOC

Saúde|Do R7, com RECORD NEWS

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LEIA AQUI O RESUMO DA NOTÍCIA

  • Vacina experimental personalizada contra melanoma, desenvolvida por Merck e Moderna, reduz risco de retorno da doença após cirurgia.
  • Fábio Franke, presidente da SBOC, destaca possibilidade de aprovação e comercialização da vacina.
  • Tratamento combina imunoterapia com vacina personalizada, diminuindo risco de recaídas e metástases.
  • Se resultados forem confirmados, vacina poderá ser submetida para aprovação e disponibilização pelo SUS.

Produzido pela Ri7a - a Inteligência Artificial do R7

Uma vacina experimental personalizada contra um tipo de câncer de pele, desenvolvida pelas empresas Merck e Moderna, reduziu o risco de a doença voltar após a cirurgia, segundo dados preliminares do primeiro ensaio clínico de fase final do tratamento. A vacina é diferente das usadas para prevenir doenças infecciosas.

Em entrevista ao News das 19h desta quarta-feira (19), Fábio Franke, presidente da SBOC (Sociedade Brasileira de Oncologia), afirma que os dados apresentados mostram uma possibilidade muito grande de que essa vacina possa ser aprovada e comercializada.


Mão com luva segurando um pequeno frasco com tampa branca em ambiente clínico
Vacina contra melanoma é diferente das usadas para prevenir doenças infecciosas Reprodução/Record News

“Ela vai servir para pacientes que tiveram diagnóstico de melanoma, passaram pela cirurgia curativa e que vão utilizar então a combinação da imunoterapia com a vacina para reduzir o risco dessa doença voltar, porque o melanoma é uma doença que apresenta sempre altos riscos de recaída. E tratamentos como esse fazem com que a gente consiga melhorar os resultados e possibilitar que esses pacientes, além de ficarem curados, tenham uma diminuição da chance da doença poder voltar, seja no próprio local onde ela apareceu originalmente ou à distância, que a gente chama de metástases”, explica

Segundo ele, a vacina contra o câncer vai gerar um fragmento específico do tumor de cada paciente, ou seja, ela se torna personalizada para cada indivíduo.


“Se esses resultados se confirmarem, é obviamente a gente submeter isso também para aprovação pelo Ministério da Saúde, pelos órgãos reguladores, para que ela possa estar disponível pelo SUS (Sistema Único de Saúde) no menor tempo possível e poder beneficiar toda a população que apresenta o diagnóstico de melanoma”, esclarece Franke sobre o acesso dos brasileiros ao novo tratamento.

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