Agosto Laranja: entenda mais e se conscientize sobre a Esclerose Múltipla
Doença neurológica, autoimune e crônica acomete mais de 40 mil brasileiros; saiba como se prevenir
Vida em Dia com Geap Saúde|R7 Conteúdo e Marca

A Esclerose Múltipla (EM) ainda não tem cura e é uma doença que pode progredir silenciosamente e por isso é preciso ficar atento. Trata-se de uma enfermidade neurológica, autoimune e crônica que pode deixar diferentes tipos de sequelas em seus portadores, como: fadiga intensa, dificuldade para andar, perda de força, problemas na visão, alteração na memória, capacidade de concentração e tontura.
Porém, o diagnóstico precoce aliado a acompanhamento multiprofissional pode reduzir os danos e preservar a função neurológica do paciente, melhorando significativamente a qualidade de vida dele. Mas a desinformação e estigmas atrasam o diagnóstico da doença e comprometem o tratamento.
Por exemplo: existe o estereótipo de que ela atinge principalmente idosos, sendo que os principais acometidos por ela são mulheres jovens (entre 20 e 50 anos). Além de uma possível predisposição genética, um estilo de vida que englobe o tabagismo e deficiência de vitamina D podem facilitar o desenvolvimento do quadro.
Também é importante desmistificar a crença de que pessoas com Esclerose Múltipla não podem estudar, trabalhar ou constituir família. Com tratamento adequado e acompanhamento multiprofissional individualizado, é possível preservar a funcionalidade, a autonomia e a qualidade de vida, permitindo a manutenção de uma vida ativa e produtiva.
Portanto, é fundamental procurar assistência médica ao apresentar fadiga intensa e inexplicada, alterações visuais repentinas (visão dupla, borramento, neurite óptica), problemas motores (dificuldade para andar, perda de força), formigamentos, alterações cognitivas e dificuldade de concentração. Tais sintomas não necessariamente indicam o diagnóstico da doença, mas são os principais indícios de que o quadro pode estar avançando.
O Diagnóstico precoce da Esclerose Múltipla preserva a autonomia e a qualidade de vida do paciente. Ao sentir os primeiros sintomas da doença, procure a Atenção Primária à Saúde (APS) da Geap Saúde.


