Com "inspiração espacial", Campus Party Brasil 2015 começa em São Paulo
Maior "encontro de geeks" do País promete abordar como a tecnologia pode mudar o mundo
Tecnologia e Ciência|Do R7
A Campus Party Brasil de 2015 será a primeira edição "temática" do evento de internet. Com inspiração no livro "Da Terra a Lua", de Júlio Verne, a feira deve contar com uma série de atrações relacionadas ao espaço, desde o astronauta Reid Wiseman, da Nasa até o pioneiro Bas Landsdorp, criador do projeto Mars One.
À partir das 12h desta terça-feira (3) e durante toda a semana, campuseiros de todo o País se reunirão no Expo São Paulo (Imigrantes), na zona sul de São Paulo. A edição brasileira da Campus Party é considerada a maior do mundo. Os participantes poderão aproveitar a já tradicional internet rápida - nesta edição a velocidade da conexão prometida é de 50 Gbps, além de tecnologia 3G e 4G fornecidas pela Vivo.
O presidente da Campus Party Paco Ragageles (https://twitter.com/pacoragageles) comenta a importância que o evento tem de ouvir as novas gerações para encontrar e mostrar soluções inovadoras. Isso significa que os participantes poderão criar robôs, drones e protótipos usando internet das coisas para demonstrar na feira.
- Nosso planeta tem vários problemas. Por isso, a Campus Party quer ajuda dos participantes para reescrever o código fonte do mundo.
Engajamento e empreendedorismo
Os campuseiros, nativos digitais, têm como missão "mudar o código fonte do mundo", segundo o presidente da Campus Party Brasil. Serão mais de 8 mil pessoas acampando no espaço de exposição e a maioria dessas pessoas podem ajudar a melhorar o mundo onde vivemos, segundo a organização.
Paco explica que a ideia desta edição é que todos os campuseiros do mundo possam participar da Campus Party Brasil por meio da plataforma Campuse.ro e também que os geeks possam conhecer outros talentos e mentoria para viabilizar seus projetos e startups. O evento contará com uma série de atividades, workshops e até mesmo um palco exclusivo para empreendedorismo.
Os campuseiros também devem receber um dispositivo wearable para que possam "hackear" durante sua experiência na feira.















