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Relator do PNE diz que 10% do PIB beneficiará educação pública e parceria privada

Investimento do governo em instituições privadas é contestado no plenário 

Educação|Da Agência Câmara

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Vanhoni disse que há dinheiro suficiente nos 10% do PIB para melhorar o ensino público e pagar as parcerias privadas
Vanhoni disse que há dinheiro suficiente nos 10% do PIB para melhorar o ensino público e pagar as parcerias privadas

O relator do Plano Nacional de Educação (PNE), deputado Angelo Vanhoni (PT-PR), defendeu nesta terça-feira (03), a rejeição do destaque que pretende retirar do investimento mínimo de 10% do Produto Interno Bruto (PIB) em educação os gastos com isenções, bolsas e financiamentos – parcerias com iniciativa privada como Prouni, Pronatec, Fies, Ciência sem Fronteiras, entre outros.

Deputados discutem retirada de Fies e Prouni nos 10% do PIB para educação


Vanhoni disse que há dinheiro suficiente nos 10% do PIB para melhorar o ensino público e pagar as parcerias privadas.

— Dez por cento são mais do que o suficiente para a realização de todo o Plano Nacional de Educação, afirmou. Ele ressaltou ainda que os gastos com as parcerias são muito pequenos em relação a todo o investimento no ensino público.


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O texto-base do Plano Nacional de Educação (PNE - PL 8035/10) foi aprovado na semana passada. O projeto estabelece 20 metas para melhorar a educação pública nos próximos dez anos, como a melhoria dos salários dos professores, escola integral para 25% dos alunos da educação básica, universalização das matrículas de crianças de 4 a 5 anos, erradicação do analfabetismo, melhoria da gestão, entre outros.

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