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Estado Islâmico volta a reivindicar responsabilidade por ataque em boate de Orlando 

Declaração foi feita durante uma transmissão da rádio oficial do grupo nesta segunda-feira (13) 

Internacional|Do R7

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Amigos se abraçam após ataque a tiros em boate de Orlando, que deixou ao menos 50 mortos
Amigos se abraçam após ataque a tiros em boate de Orlando, que deixou ao menos 50 mortos

O Estado Islâmico reivindicou responsabilidade nesta segunda-feira (13) pelo ataque a tiros que deixou ao menos 50 mortos em uma boate gay em Orlando, na Flórida, em transmissão oficial na rádio Albayan.

"Um dos soldados do califado na América realizou uma invasão de segurança onde conseguiu entrar em um encontro cruzado em uma casa noturna para homossexuais em Orlando, Flórida... onde ele matou e feriu mais de uma centena antes de ser morto", informou o grupo na transmissão.


No domingo (12), por meio de um dos seus veículos de comunicação, a organização deu a seguinte declaração: "O ataque armado contra uma boate gay na cidade de Orlando no Estado norte-americano da Flórida que deixou mais de 100 pessoas mortas ou feridas foi realizado por um combatente do Estado Islâmico". 

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Embora o grupo extremista tenha assumido a autoria da ação, isso não significa que necessariamente tenha dirigido o ataque: nada em sua declaração indica uma coordenação entre o atirador e o Estado Islâmico antes do ataque.

O massacre reacendeu o debate sobre a melhor maneira de confrontar a militância islâmica violenta, um dos principais temas da campanha presidencial dos EUA. É esperado que a candidata democrata Hillary Clinton e seu rival republicano, Donald Trump, abordem o assunto nesta segunda-feira.


Os disparos começaram pouco antes das 2h da manhã de domingo (horário local) no clube Pulse, no coração de Orlando, cerca de 25 km ao nordeste do Walt Disney World Resort. Cerca de 350 frequentadores participavam de um evento de música latina no local, que é conhecido da comunidade gay da cidade, e os sobreviventes descreveram cenas de carnificina e pandemônio quando o atirador levou reféns para dentro de um banheiro.

Quase 24 horas depois do fim da tragédia, as autoridades só divulgaram publicamente os nomes de 21 das vítimas, metade delas na casa dos 20 anos.


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