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Análise: EUA atiram no próprio pé e fazem com que os países movimentem a economia por outros meios

Presidente Lula se reuniu com o governante da Coreia do Sul, em Brasília, nesta segunda-feira (27)

Internacional|Do R7, com RECORD NEWS

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LEIA AQUI O RESUMO DA NOTÍCIA

  • O presidente Lula se reuniu com o governante da Coreia do Sul em Brasília para discutir acordos bilaterais.
  • Foram assinados atos em áreas como inteligência artificial, semicondutores, saúde e cultura.
  • As tarifas norte-americanas impactaram negativamente tanto o Brasil quanto a Coreia do Sul, motivando a reunião.
  • Especialistas apontam que países afetados pelas sanções dos EUA estão buscando novas alianças econômicas.

Produzido pela Ri7a - a Inteligência Artificial do R7

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva está reunido com o líder da Coreia do Sul, em Brasília, e, segundo as informações do encontro, os chefes de Estado participaram de um encontro bilateral seguido da assinatura de atos.

Durante a reunião, os líderes trataram de temas como minerais críticos, exportações de carne bovina e anunciaram acordos em áreas como inteligência artificial, semicondutores, saúde, cosméticos, cultura, educação e esportes. E, além disso, os presidentes Lula e Lee Jae-myung também avançaram nas conversas sobre a retomada das negociações para um acordo entre o Mercosul e o país asiático.


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Durante o Conexão Record News, o professor de relações internacionais Leonardo Trevisan argumentou que a rápida e repentina visita de Lee Jae-myung evidenciou que as taxas norte-americanas prejudicaram tanto a Coreia do Sul quanto o Brasil na mesma intensidade. Devido a isso, segundo Trevisan, o líder sul-coreano veio até o Brasil para sentar e conversar sobre suas relações comerciais e industriais, para além da intervenção dos Estados Unidos.

“Temos várias cadeias produtivas integradas entre a indústria brasileira e a indústria americana [...] Se os Estados Unidos continuarem fechando as portas para o Brasil, nós podemos pegar a nossa indústria e fazer coligação também com a Coreia do Sul”, enfatizou o especialista.


Trevisan ainda ressaltou que as demais nações que vêm sendo prejudicadas pelas sanções e tarifas do governo norte-americano estão se movimentando na mesma direção que o Brasil e a Coreia do Sul e que, por isso, os Estados Unidos atiraram no próprio pé.

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