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Ucrânia dá ultimato para forças da Crimeia libertarem chefe da Marinha

Oficial foi detido nesta manhã depois que uma multidão tomou o controle do quartel-general 

Internacional|Do R7

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Forças de auto-defesa seriam parte do Exército russo
Forças de auto-defesa seriam parte do Exército russo

O presidente interino da Ucrânia, Aleksandr Turchinov, deu nesta quarta-feira (19) um ultimato de três horas para que as forças de autodefesa da Crimeia libertem o comandante-em-chefe da marinha ucraniana na região, o contra-almirante Sergei Gaiduk.

"Se às 21h locais (16h de Brasília) o almirante Gaiduk e os demais reféns, tanto civis como militares, não forem libertados, as autoridades tomarão as medidas oportunas", afirmou o presidente. Sobre a captura do oficial, Turchinov afirmou que "este não é o primeiro caso de sequestro ilegal de civis e militares na Crimeia".

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O presidente lamentou que as autoridades da Crimeia não permitiram hoje a aterrissagem na região hoje do avião no qual estavam o ministro da Defesa da Ucrânia, Igor Teniukh, e o vice-primeiro-ministro, Vitali Yarema.

O objetivo dos dois era diminuir a crescente tensão entre as forças russas e ucranianas na península anexada pela Rússia. De acordo com a promotoria da crimeia, o comandante-em-chefe da marinha da Ucrânia foi detido "temporariamente, porque há perguntas que tem que responder".

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Segundo os promotores, Gaiduk "transmitiu as unidades militares da Ucrânia (na Crimeia) uma ordem proveniente de Kiev de empregar armas contra a população civil".

O contra-almirante foi detido nesta manhã depois que uma multidão tomou o controle do quartel-general da Armada da Ucrânia no porto de Sebastopol e os militares ucranianos abandonaram o local escoltados por membros dos destacamentos de autodefesa da Crimeia.

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O Ministério da Defesa da Ucrânia declarou que Gaiduk foi retirado do quartel-general da marinha e está com "paradeiro desconhecido". 

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