Tabagismo custa R$3,2 trilhões e em breve vai matar 8 milhões por ano, diz estudo
80% das mortes ligados ao tabaco devem ocorrer em países de baixa e média renda
Saúde|Do R7

O tabagismo custa à economia global mais de R$ 3,2 trilhões (1 trilhão de dólares) por ano e matará um terço a mais de pessoas até 2030 do que agora, de acordo com um estudo da Organização Mundial da Saúde e do Instituto Nacional do Câncer dos Estados Unidos publicado nesta terça-feira (10).
O custo estimado supera amplamente as receitas globais com os impostos sobre o fumo, que a OMS colocou em cerca de 269 bilhões de dólares em 2013-2014.
"O número de mortes relacionadas ao tabaco deverá aumentar de cerca de 6 milhões de mortes para cerca de 8 milhões anualmente até 2030, sendo que mais de 80% delas vão ocorrer em países de baixa e média renda", disse o estudo.
Consumo de álcool e cigarro é maior em crianças que tiveram pais ausentes
Cerca de 80% dos fumantes vivem nesses países, e embora a prevalência de tabagismo esteja caindo entre a população global, o número total de fumantes em todo o mundo está aumentando, disse.
Especialistas em saúde dizem que o uso do fumo é a maior causa evitável de morte globalmente.
"É responsável por... provavelmente mais de 1 trilhão de dólares em custos de saúde e perda de produtividade a cada ano", disse o estudo, revisado por mais de 70 especialistas científicos.
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Ser mãe não é tão simples. Apesar de muitos remeterem essa afirmação ao processo de criação de uma criança, ela também inclui a dificuldade que muitas mulheres têm de engravidar — ou manter uma gravidez. Aproximadamente 20% das gestações não evoluem, o...
Ser mãe não é tão simples. Apesar de muitos remeterem essa afirmação ao processo de criação de uma criança, ela também inclui a dificuldade que muitas mulheres têm de engravidar — ou manter uma gravidez. Aproximadamente 20% das gestações não evoluem, ou seja, acabam em abortos espontâneos principalmente nos três primeiros meses. Por isso, muitos médicos recomendam que a mulher anuncie a chegada do novo bebê apenas após o terceiro mês de gestação. Se esses abortos começam a ocorrer com frequência, a mulher deve procurar um médico com urgência. Segundo a ginecologista especialista em reprodução humana, abortos de repetição não devem ser considerados normais. Veja mitos e verdades sobre esse problema






















