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Andrei Rodrigues tem até esta sexta para responder ao STF sobre seguir no comando da PF

Prazo fixado por Fachin ocorre após decisões divergentes de André Mendonça e Flávio Dino relativas ao afastamento do delegado

Brasília|Gabriela Coelho, do R7, em BrasíliaOpens in new window

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LEIA AQUI O RESUMO DA NOTÍCIA

  • Andrei Rodrigues tem até sexta-feira para responder ao STF sobre sua permanência no comando da PF.
  • Decisões divergentes de André Mendonça e Flávio Dino geraram impasse sobre o afastamento de Rodrigues.
  • O ministro Edson Fachin assumiu o caso e aguarda a defesa de Rodrigues para decidir os próximos passos.
  • A decisão final sobre a permanência de Rodrigues será votada no plenário do STF na próxima terça-feira.

Produzido pela Ri7a - a Inteligência Artificial do R7

Rodrigues foi afastado por Mendonça sob suspeita de monitorar ministros de forma indevida Andressa Anholete/Agência Senado

O diretor-geral da PF (Polícia Federal), Andrei Rodrigues, tem até o fim desta sexta-feira (11) para enviar, se quiser, suas explicações ao STF (Supremo Tribunal Federal). A manifestação ocorre no âmbito da decisão que definirá sua permanência no comando da corporação.

Na última terça, o ministro André Mendonça determinou o afastamento de Rodrigues e do diretor de Inteligência do órgão, Leandro Almada. Mendonça apontou que relatórios secretos da PF indicavam o monitoramento indevido de ministros do Supremo e de autoridades da AGU (Advocacia-Geral da União).

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No dia seguinte, porém, o cenário mudou: o ministro Flávio Dino proferiu uma decisão contrária à de Mendonça e reconduziu o diretor-geral ao cargo. No mesmo período, o governo federal reforçou o apoio e a confiança na manutenção do delegado no posto.

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Diante do impasse entre as decisões na própria Corte, o presidente do tribunal, Edson Fachin, assumiu o caso para dar a palavra final.

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Fachin fixou a data de hoje como prazo limite para que o chefe da PF responda às acusações sobre as investigações e a conduta do setor de inteligência. Assim que receber a defesa, o presidente do STF deve decidir os próximos passos antes de submeter o tema para votação com todos os ministros no plenário — o que está previsto para ocorrer na próxima terça-feira (15).

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