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Após prisão, PL reúne 54 parlamentares para discutir futuro de Bolsonaro

Reunião na sede do partido é voltada para ‘alinhar estratégias’ e vem após 1ª Turma do STF confirmar prisão preventiva

Brasília|Lis Cappi, do R7, em BrasíliaOpens in new window

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LEIA AQUI O RESUMO DA NOTÍCIA

  • O Partido Liberal reúne 54 parlamentares para discutir a estratégia em resposta à prisão do ex-presidente Jair Bolsonaro.
  • A reunião foi convocada após a confirmação da prisão preventiva de Bolsonaro pelo STF.
  • Bolsonaro está detido por possíveis riscos de fuga e ameaça à ordem pública, tendo mexido na tornozeleira eletrônica.
  • Aliados criticam a prisão, prometendo reagir dentro da lei e defender as liberdades ameaçadas.

Produzido pela Ri7a - a Inteligência Artificial do R7

Bolsonaro está preso na Superintendência da PF em Brasília desde sábado Valter Campanato/Agência Brasil - 23.11.2025

O Partido Liberal, do ex-presidente Jair Bolsonaro, decidiu reunir a base de parlamentares do Congresso Nacional nesta segunda-feira (24) para discutir qual será a estratégia em reação à prisão de Bolsonaro.

O encontro, na sede do partido, em Brasília, reúne 54 parlamentares, entre deputados e senadores.

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A reunião foi convocada pelo presidente do partido, Valdemar Costa Neto, após a Primeira Turma do STF (Supremo Tribunal Federal) confirmar a prisão preventiva do ex-presidente.

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Bolsonaro está preso na Superintendência da PF desde sábado (22) por decisão do ministro Alexandre de Moraes, que considerou haver risco de fuga e ameaça à ordem pública. O ex-presidente também tentou violar a tornozeleira eletrônica.

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Em audiência de custódia, Bolsonaro disse ter tido uma “certa paranoia” devido a medicamentos. Apesar de ter admitido que mexeu na tornozeleira, o ex-presidente pontuou que “não tinha qualquer intenção de fuga e que não houve rompimento da cinta [da tornozeleira]”.

Reação a prisão e pedido por anistia

Aliados de Bolsonaro criticam a decisão da prisão preventiva. O líder do PL na Câmara, Sóstenes Cavalcante (RJ), classificou a medida como “desnecessária” e “inaceitável”. Ele tem prometido que parlamentares vão reagir.

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“Não nos intimidaremos. Continuaremos lutando dentro da lei”, disse. “Pela garantia das liberdades que estão sendo ameaçadas”, emendou.

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