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Bancada do PT no Senado manifesta apoio a Jaques Wagner após operação da PF

Parlamentares ressaltam a confiança no líder do governo e defendem ampla defesa após as buscas realizadas nesta quinta-feira

Brasília|Yumi Kuwano, do R7, em Brasília

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LEIA AQUI O RESUMO DA NOTÍCIA

  • A bancada do PT no Senado emitiu uma nota de apoio ao senador Jaques Wagner, reafirmando a confiança em sua trajetória pública.
  • Jaques Wagner foi alvo da nona fase da Operação Compliance Zero, que investiga corrupção e lavagem de dinheiro envolvendo o Banco Master.
  • Foram encontrados cerca de US$ 49 mil e relógios em um endereço vinculado ao senador.
  • A nota defende o devido processo legal e a responsabilização de eventuais ilícitos, com apoio às investigações em curso.

Produzido pela Ri7a - a Inteligência Artificial do R7

Agentes da PF encontraram cerca de US$ 49 mil e relógios em um endereço ligado ao senador Geraldo Magela/Agência Senado - Arquivo

A bancada do PT no Senado emitiu uma nota nesta quinta-feira (18) em apoio ao líder do governo na Casa, senador Jaques Wagner (PT-BA). No texto, os petistas reafirmam a confiança na “trajetória pública” do político.

O parlamentar foi um dos alvos da nona fase da Operação Compliance Zero, da Polícia Federal, que investiga corrupção, lavagem de dinheiro e crimes financeiros envolvendo o Banco Master. Foram encontrados cerca de US$ 49 mil em dinheiro e relógios em um endereço vinculado ao senador.


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No comunicado, a bancada diz ter convicção de que o “senador Jaques Wagner prestará todos os esclarecimentos necessários e demonstrará, ao longo das apurações, a correção de sua conduta diante dos fatos investigados”.

Além disso, o texto apoia as apurações em curso envolvendo o Banco Master e defende o respeito ao devido processo legal, ao contraditório e à ampla defesa.


“A sociedade brasileira tem o direito de conhecer a verdade: irregularidades ou crimes devem ser rigorosamente apurados, com a devida responsabilização de quem tenha cometido ilícitos”, completa o documento.

Mais cedo, o presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União-AP), também defendeu o petista e declarou que, embora todos possam ser investigados, devem ter garantido o direito à presunção de inocência.

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