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Banco de Brasília arrecada produtos de higiene para enviar ao Rio Grande do Sul

Intenção é arrecadar itens como sabonetes e absorventes; produtos podem ser entregues nas agências até sexta-feira

Brasília|Do R7, em Brasília

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Doações podem ser deixadas nas agências BRB/Divulgação — Arquivo

O BRB (Banco de Brasília) promove até sexta-feira (10) uma campanha emergencial de doação em prol do Rio Grande do Sul. A campanha, conduzida pelo instituto sem fins lucrativos ligado à empresa, visa arrecadar itens de higiene pessoal, como sabonetes, creme dental, escovas de dente e absorventes para vítimas das inundações no estado. As doações podem ser feitas nas agências do banco. Os produtos serão enviados às regiões afetadas por meio da FAB (Força Aérea Brasileira).

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O presidente do BRB, Paulo Henrique Costa, diz que é função do banco ajudar à população atingida. “Como banco público, entendemos nosso papel de auxiliar a sociedade no enfrentamento de desafios. E essa calamidade vivida pelo Rio Grande do Sul pede posicionamento urgente de parte de todas as entidades públicas e privadas do nosso país. Essa é a razão de entrarmos para esta corrente do bem que, felizmente, tomou conta do Brasil”, afirma, em nota.


“Temos certeza de contar com a solidariedade de toda a população do DF para amenizar o sofrimento das pessoas que estão passando por esse momento tão trágico. Convidamos os clientes BRB a se unirem conosco para fazer essas doações chegarem a quem precisa”, completa Costa.

Até as 18h desta quarta-feira (8), 425 dos 497 municípios do estado já haviam sido afetados pelos temporais. Desses, 336 foram reconhecidos pelos governos estadual e federal em estado de calamidade pública. A Defesa Civil já confirmou 100 mortes e investiga 2. Há ainda 374 feridos e 130 desaparecidos. Pelo menos 1.476.170 pessoas já foram afetadas. Entre elas, 67.428 estão em abrigos, e 163.786, desalojadas.


As inundações ocorreram desde o início do mês e afetam inclusive Porto Alegre e municípios da região metropolitana, como Eldorado do Sul (a mais afetada) e Canoas. Equipes de resgate e voluntários trabalham sem intervalo para socorrer moradores ilhados e animais domésticos.

Prejuízo econômico

No aspecto econômico, as inundações provocaram até esta quarta-feira prejuízo de R$ 6,3 bilhões, segundo a CNM (Confederação Nacional de Municípios). Conforme levantamento da entidade, mais da metade desse valor — R$ 3,4 bilhões — corresponde a danos a residências. “Até o momento, foram registrados impactos em 61,4 mil habitações, das quais 55,2 estão danificadas e 6,2 mil destruídas”, afirma a Confederação, em nota.

No setor produtivo, os principais setores afetados foram a agricultura, que tem perda estimada de R$ 594,6 milhões; a pecuária, com prejuízos de R$ 147,7 milhões; e a indústria, com baixa de R$ 183,3 milhões. Comércios locais tiveram ao menos R$ 38,5 milhões de prejuízo e, o setor de serviços, R$ 58,2 milhões.

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