Carlos publica foto de Bolsonaro no hospital apesar de proibição de Moraes sobre celulares
Ministro do STF proibiu uso de celulares e outros dispositivos eletrônicos durante visitas ao ex-presidente
Brasília|Augusto Fernandes, do R7, em Brasília
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O ex-vereador do Rio de Janeiro Carlos Bolsonaro publicou nas redes sociais, nesta segunda-feira (16), uma foto do pai, o ex-presidente Jair Bolsonaro, após visitá-lo no hospital, em Brasília.
A postagem não diz se a foto foi feita nesta segunda, mas ocorreu apesar de uma decisão do ministro do STF (Supremo Tribunal Federal) Alexandre de Moraes que proíbe o uso de celulares e outros dispositivos eletrônicos durante as visitas ao ex-presidente.
Na publicação, Carlos relatou que Bolsonaro foi transferido para uma unidade semi-intensiva. Segundo ele, o quadro de pneumonia bacteriana ainda persiste e mantém a respiração do ex-presidente “muito debilitada”.
“Seu estado continua muito delicado e está sendo monitorado constantemente para evitar qualquer nova piora no quadro”, escreveu o ex-vereador.

Carlos também disse que conseguiu conversar com Bolsonaro, mas afirmou que o pai enfrenta dificuldade para falar. De acordo com o ex-vereador, a pneumonia teria afetado a voz, o equilíbrio e a condição pulmonar do ex-presidente, que segue sob observação médica.
Na mensagem, o filho do ex-presidente agradeceu pelas mensagens de apoio e afirmou que pretende retornar ao hospital para visitá-lo novamente.
“Seguimos preocupados, mas tenho certeza de que as boas energias e orações enviadas por todos ajudam”, escreveu.
Proibição de celulares
Após Bolsonaro ser internado na última sexta-feira (13), Moraes tinha imposto algumas regras que deveriam ser seguidas por quem fosse visitar o ex-presidente.
Na decisão, o ministro vetou o uso de computadores, telefones celulares ou quaisquer dispositivos eletrônicos.
Além disso, Moraes mandou a Polícia Militar providenciar a vigilância e segurança do ex-presidente durante a internação, mantendo equipes de prontidão.
Segundo a decisão do ministro, a PM deveria garantir a segurança e fiscalização 24 horas por dia, mantendo, no mínimo, dois policiais militares na porta do quarto do hospital, bem como as equipes que entender necessárias dentro e fora do hospital.
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