CPI do Crime Organizado ‘desvirtuou completamente’ o foco, diz presidente nacional do Republicanos
Em entrevista exclusiva à RECORD NEWS, Marcos Pereira ainda falou sobre articulações do partido, fim da escala 6x1 e indústria nacional
Brasília|Do R7, com RECORD NEWS
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Durante entrevista exclusiva à RECORD NEWS nesta terça-feira (14), Marcos Pereira, deputado federal e presidente nacional do partido Republicanos, esclareceu as principais articulações do partido para as eleições de 2026, principalmente para os cargos de governador e presidente.
Pereira classifica como positivas as movimentações da janela partidária de abril no partido e garante que a expectativa para outubro é de eleger entre 50 e 60 deputados federais, além de quatro a cinco senadores. Para o cargo de governador, o Republicanos conta com sete pré-candidatos.

“Eu prefiro crescer na eleição, porque é mais consistente do que numa transição, que é uma janela partidária”, ressalta. Sobre a disputa no estado de São Paulo, o deputado diz que a tendência é manter a chapa entre Tarcísio de Freitas e Felício Ramuth.
Pereira comenta a CPI do Crime Organizado e opina que a proposta “desvirtuou completamente” o escopo e o foco. Segundo ele, “a CPI foi instalada para investigar crime organizado e, de repente, começou a investigar uma série de outros assuntos e incluir itens que não tinham pertinência temática”.
“Então, eu acho que a CPI não tem competência para indiciar ministro do Supremo nem procurador-geral da República. O órgão competente para atuar nessas pautas é o Senado Federal no âmbito de, eventualmente, um impeachment de ministro do Supremo”, completa.
Em relação às discussões sobre o fim da escala 6x1 no Congresso Nacional, o presidente do Republicanos afirma: “Em sendo pautada, ela vai avançar com a ampla maioria de apoios”.
Sobre a indústria nacional, Pereira destaca que os maiores desafios do setor produtivo, principalmente da indústria, são ter maior competitividade no país, maior previsibilidade e maior segurança jurídica.
A insegurança presente no Brasil “não dá previsibilidade para o empresário planejar investir e, consequentemente, tira a competitividade com empresas de outros países que têm mais previsibilidade e segurança jurídica”.
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