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CPI do Crime Organizado: Galípolo exalta investigações e diz que o ‘BC tem o dever de cooperar’

Em depoimento à CPI, presidente da instituição financeira defende atuação conjunta contra atividades ilícitas

Brasília|Do R7, com RECORD NEWS

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LEIA AQUI O RESUMO DA NOTÍCIA

  • Gabriel Galípolo, presidente do Banco Central, defende cooperação no combate ao crime organizado durante CPI.
  • Ex-presidente do BC, Roberto Campos Neto, não compareceu à sessão da CPI.
  • Galípolo destacou a importância de seguir procedimentos rigorosos no caso do Banco Master.
  • Banco Central tem a obrigação de colaborar com instituições competentes na investigação de atividades ilícitas.

Produzido pela Ri7a - a Inteligência Artificial do R7

O presidente do Banco Central, Gabriel Galípolo, exaltou as investigações relacionadas à CPI (Comissão Parlamentar de Inquérito) do Crime Organizado, em sessão realizada nesta quarta-feira (8), em Brasília, e afirmou que a instituição financeira tem o dever de cooperar no combate a facções criminosas. O ex-presidente do BC, Roberto Campos Neto, não compareceu.

“Eu acho que uma sociedade mais forte é aquela que não tem indivíduos que buscam protagonismo, são heróis ali. Ao longo de todo esse processo, o trabalho dos servidores, dos funcionários, do Ministério Público, da Polícia Federal e do Banco Central foi realmente o que permitiu dar sequência a esse processo da maneira adequada”, disse.


Pessoa veste terno azul com camisa branca e gravata azul, falando em microfone. Fundo apresenta formas geométricas em tons de bege e marrom, sugerindo ambiente formal como conferência, reunião ou entrevista.
Presidente do Banco Central participou de sessão da comissão nesta quarta (8), em Brasília Reprodução/Record News - 08.04.2026

Ainda durante a declaração, Galípolo ressaltou que “o Banco Central, para combate ao crime organizado, ele tem o dever de cooperar com as instituições que têm a competência legal e a competência técnica para poder investigar o crime organizado ou fazer qualquer tipo de movimento nesse sentido”.

Sobre as investigações no âmbito do Banco Master, o presidente da autarquia pontuou que “é fundamental que seja seguido o rito mais estrito possível, justamente para evitar algum tipo de subsídio, para eventualmente ter algum tipo de questionamento amanhã”.

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