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Defesa de Bolsonaro pede que STF rejeite ‘falta grave’ por arma apreendida

Advogados afirmam que as investigações afastam irregularidades e pedem o regular prosseguimento da execução penal

Brasília|Gabriela Coelho, do R7, em BrasíliaOpens in new window

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LEIA AQUI O RESUMO DA NOTÍCIA

  • A defesa de Jair Bolsonaro solicitou ao STF que descarte a hipótese de falta grave relacionada à apreensão de uma arma em sua residência.
  • Investigações da Polícia Federal e manifestação da PGR indicam que não houve irregularidade por parte de Bolsonaro, já que ele possuía registro válido da arma.
  • Os advogados afirmam que a retirada da arma foi feita por um servidor sem autorização de Bolsonaro.
  • A PGR concluiu que não há falta disciplinar a ser imputada a Bolsonaro, e a defesa não tem interesse na devolução da arma apreendida.

Produzido pela Ri7a - a Inteligência Artificial do R7

Bolsonaro pede ao STF afastamento de falta grave Mateus Bonomi/Reuters - 14.09.2026

A defesa do ex-presidente Jair Bolsonaro pediu nesta quinta-feira (2) ao ministro Alexandre de Moraes, do STF (Supremo Tribunal Federal), que afaste definitivamente a hipótese de falta grave no episódio envolvendo a retirada de uma arma de sua residência. Os advogados afirmam que as conclusões da Polícia Federal e a manifestação da PGR (Procuradoria-Geral da República) corroboram que não houve irregularidade atribuível ao ex-presidente.

Segundo o documento, as investigações indicaram que o ex-presidente possuía registro válido da arma de fogo e que não havia restrições legais para que o armamento estivesse armazenado em sua residência. Com base nessas informações, a autoridade policial afastou a existência de crime ou conduta dolosa por parte de Bolsonaro.


Os advogados de Bolsonaro afirmam que a retirada da arma do imóvel foi de “iniciativa exclusiva” do servidor Estácio Leite da Silva Filho. Segundo eles, os elementos colhidos no inquérito demonstram que o ex-presidente não determinou nem autorizou o transporte do objeto para fora da propriedade.

A defesa cita ainda a manifestação da PGR, que concluiu não haver falta disciplinar a ser imputada ao sentenciado que pudesse resultar em punição ou alteração no regime de cumprimento de pena. O órgão se posicionou pelo prosseguimento regular da execução penal.


Por fim, os advogados reiteram que Bolsonaro não possui interesse na devolução do armamento apreendido. O documento solicita que o STF afaste qualquer hipótese de falta grave e mantenha os termos atuais da execução da pena.

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