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Defesa diz que Moraes demonstra preocupação com saúde de Bolsonaro

Advogados do ex-presidente se encontraram com o ministro nesta terça para reiterar o pedido de manutenção da prisão domiciliar

Brasília|Gabriela Coelho, do R7, em BrasíliaOpens in new window

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LEIA AQUI O RESUMO DA NOTÍCIA

  • A defesa de Jair Bolsonaro se reuniu com o ministro Alexandre de Moraes para pedir a continuidade da prisão domiciliar humanitária.
  • Os advogados destacaram a necessidade de cuidados médicos específicos para justificar a prisão domiciliar.
  • A presença de uma arma na residência de Bolsonaro foi discutida e esclarecida durante a audiência.
  • O ministro Alexandre de Moraes deve analisar o pedido e tomar uma decisão formal em breve.

Produzido pela Ri7a - a Inteligência Artificial do R7

Advogados prestaram esclarecimentos sobre a saúde de Bolsonaro e a arma apreendida em blitz Tânia Rêgo/Agência Brasil - 29.06.2023

Após o fim do prazo da prisão domiciliar, a defesa do ex-presidente Jair Bolsonaro se reuniu presencialmente com o ministro Alexandre de Moraes, do STF (Supremo Tribunal Federal), nesta terça-feira (30).

O objetivo do encontro foi reiterar o pedido de continuidade da prisão domiciliar humanitária do ex-mandatário.


Nas redes sociais, o advogado Paulo Cunha detalhou a audiência e disse que o ministro deu “audição atenta” aos argumentos apresentados pela banca jurídica.

“O ministro relator, com muita urbanidade, deu audição atenta aos argumentos trazidos — tanto no que tange à atual situação médica, quanto à questão referente à arma havida na residência —, deixando assente sua preocupação em relação à condição de saúde e aos cuidados que vêm sendo dispensados”, informou.


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Para tentar sensibilizar a Corte e garantir a manutenção do regime domiciliar, os advogados focam em duas frentes principais.

A primeira refere-se à saúde do ex-presidente. A defesa alega que Bolsonaro necessita de cuidados médicos específicos que justificariam a excepcionalidade da custódia em sua residência.


A segunda diz respeito à arma de Bolsonaro, apreendida em uma blitz no DF no último dia 15 de junho. Os advogados prestaram esclarecimentos sobre a presença da pistola na residência do ex-chefe do Executivo — ponto que tem sido questionado no âmbito do processo de execução penal.

De acordo com o corpo jurídico de Bolsonaro, os argumentos apresentados possuem “fundamentos” para que o STF atenda ao pedido.


O ministro Alexandre de Moraes deve analisar o pleito e proferir uma decisão formal nos próximos dias. Até o momento, o STF não se pronunciou oficialmente sobre o resultado da reunião.

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