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MPE pede que Flávio Bolsonaro seja multado por omissão de site com propaganda eleitoral

Candidato do PL à Presidência pode ter que pagar até R$ 30 mil por irregularidade

2026|Do Estadão Conteúdo

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LEIA AQUI O RESUMO DA NOTÍCIA

  • MPE solicita multa de até R$ 30 mil a Flávio Bolsonaro por propaganda eleitoral irregular.
  • Site "Senadores de direita" não foi informado ao TSE como canal oficial de campanha.
  • Regulamento exige comunicação de novos endereços à Justiça Eleitoral em 24 horas.
  • MPE considera a situação grave e defende igualdade de oportunidades entre candidatos.

Produzido pela Ri7a - a Inteligência Artificial do R7

Flávio Bolsonaro terá que pagar multa ao MPE Vittor Sales/Flickr Flávio Bolsonaro - 29.09.2026

O MPE (Ministério Público Eleitoral) pediu a aplicação de multa ao candidato à Presidência da República Flávio Bolsonaro (PL) em razão de propaganda eleitoral irregular veiculada em site não informado ao TSE (Tribunal Superior Eleitoral). Pela omissão, o MPE solicita uma multa de R$ 5 mil a R$ 30 mil ao político. A assessoria de Flávio foi procurada, mas o Estadão não obteve resposta.

De acordo com a manifestação do MPE, o candidato informou 47 canais oficiais de campanha na internet ao TSE em dois momentos. Entretanto, foi identificada a existência de um site, utilizado para veicular propaganda eleitoral, que não consta nesta lista.

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Ainda segundo o MPE, no dia 24 de setembro, o site “Senadores de direita” apresentava foto do senador, nome do seu vice, Alfredo Gaspar (PL-AL), e seu número de urna. Além disso, apresentava o número do CNPJ da candidatura de Flávio Bolsonaro e a indicação escrita de que se tratava de propaganda eleitoral custeada pela própria campanha. Nesta quinta-feira (1º), as mesmas informações continuam a constar no site.

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O MPE argumenta que o regimento atual estabelece que endereços criados ao longo do curso da campanha devem ser comunicados à Justiça Eleitoral no prazo de até 24 horas após sua criação. Os canais existentes previamente devem ser comunicados no Demonstrativo de Regularidade de DPAP (Atos Partidários) ou no RCC (Requerimento de Registro de Candidatura).

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O MPE considera a situação “grave” e defende que a propaganda realizada na internet deve seguir as determinações estabelecidas em prol da igualdade entre candidatos. “A disciplina da propaganda a ser realizada pela internet busca assegurar o equilíbrio de oportunidades entre os candidatos, conferindo transparência, rastreabilidade e segurança aos conteúdos veiculados nas campanhas”, alega.

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