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Dino cobra TCU e AGU sobre auditorias e fiscalização de emendas parlamentares

O documento detalha os esforços coordenados entre o Executivo, o Legislativo e órgãos de controle para corrigir fragilidades

Brasília|Gabriela Coelho, do R7, em BrasíliaOpens in new window

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LEIA AQUI O RESUMO DA NOTÍCIA

  • Ministro Flávio Dino, do STF, avança em medidas para melhorar transparência e rastreabilidade das emendas parlamentares.
  • TCU tem 15 dias para informar o andamento de auditorias sobre o financiamento do SUS.
  • AGU deve apresentar auditorias remanescentes do DENASUS e manter cronograma para análise de relatórios de gestão das "emendas PIX".
  • Relatório parcial do DENASUS aponta vulnerabilidades na gestão e transparência das emendas para a saúde, destacando preocupações severas.

Produzido pela Ri7a - a Inteligência Artificial do R7

Dino pediu manutenção de um cronograma para análise dos relatórios de gestão das “emendas Pix” Gustavo Moreno/STF - 23.10.2025

O ministro Flávio Dino, do STF (Supremo Tribunal Federal), avançou no acompanhamento das medidas voltadas ao aprimoramento da transparência e da rastreabilidade das emendas parlamentares.

Em decisão desta quarta-feira (19), o ministro fixou o prazo de 15 dias para que o TCU (Tribunal de Contas da União) informe o andamento de auditorias específicas sobre o financiamento do SUS (Sistema Único de Saúde).


O ministro também apontou necessidade de que a AGU (Advocacia-Geral da União) apresente as auditorias remanescentes do DENASUS (Departamento Nacional de Auditoria do Sistema Único de Saúde).

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O ministro ainda pediu a manutenção de um cronograma para a análise dos relatórios de gestão das “emendas Pix” (transferências especiais) entre 2020 e 2024.


Além disso, o magistrado solicitou a apresentação de um relatório atualizado sobre medidas de responsabilização administrativa e civil dos agentes envolvidos em irregularidades.

O documento detalha os esforços coordenados entre o Executivo, o Legislativo e órgãos de controle para corrigir fragilidades estruturais na aplicação desses recursos.


O ministro destacou preocupações severas decorrentes de um relatório parcial apresentado pelo DENASUS. A análise revelou que, embora muitos recursos tenham sido executados, persistem vulnerabilidades graves na gestão, monitoramento e transparência das emendas destinadas à saúde.

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