STF adota tom de alerta e aposta no diálogo de bastidor diante do novo Senado
Leitura de bastidor é que, se houver pedidos extremos, haverá nova estratégia de contenção e diálogo
Quarta Instância|Gabriela Coelho, do R7, em Brasília, e Clébio Cavagnolle, da RECORD Brasília
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Diante do avanço da direita no Congresso e da vantagem de Flávio Bolsonaro na votação presidencial, a avaliação dentro do STF (Supremo Tribunal Federal) sobre a nova composição do Senado e da Câmara dos Deputados combina alerta e contenção de danos.
Para evitar crises abertas, ministros ouvidos em reservado dizem que a orientação interna é diminuir embates públicos e priorizar canais diretos de diálogo.
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Segundo interlocutores, o principal foco de preocupação da Corte é o avanço de PECs (Propostas de Emenda à Constituição) focadas em restringir decisões monocráticas, estipular prazos para pedidos de vista e impor mandatos por tempo determinado para os ministros.
Em relação aos discursos de impeachment contra magistrados, segundo interlocutores ouvidos pelo R7, a leitura de bastidor é que, se houver pedidos extremos, haverá nova estratégia de contenção e diálogo, embora continuem sendo usados como instrumento frequente de desgaste político.
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