Erika Hilton cobra dados sobre feminicídios a ministro de Lula
Presidente da Comissão das Mulheres, Erika Hilton (PSOL) questionou ministros; pedido é solicitado pela deputada Clarissa Tércio (PP)
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A deputada federal Erika Hilton (PSOL-SP) questionou ao ministro da Justiça e Segurança Pública, Wellington Dias, dados sobre casos de feminicídio registrados no Brasil no período de janeiro de 2020 a fevereiro de 2026.
Além de inquirir a Wellington, Hilton, que preside a Comissão de Defesa dos Direitos da Mulher na Câmara dos Deputados, também protocolou um requerimento de informação à ministra das Mulheres, Márcia Lopes, para tomar nota sobre políticas públicas e ações voltadas à promoção e proteção dos direitos das mulheres.
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No pedido encaminhado ao Ministério das Mulheres, a parlamentar pede um panorama detalhado das iniciativas da pasta, incluindo a “relação atualizada das políticas públicas, programas e ações desenvolvidos [...] voltados à promoção e proteção dos direitos das mulheres”.
O requerimento também pede a “descrição dos objetivos, público-alvo e forma de execução de cada política pública ou programa”, além de informações sobre “os recursos orçamentários destinados a cada programa ou ação, discriminados por exercício financeiro”.
Já no documento encaminhado ao Ministério da Justiça, a parlamentar solicita, a pedido da deputada Clarissa Tércio (PP-PE), um detalhamento amplo dos dados, incluindo “o número total de casos de feminicídio registrados no território nacional” no período analisado, além da “discriminação anual dos registros” entre 2020 e 2026.
O requerimento também pede a “distribuição dos casos por unidade da federação”, bem como informações sobre “a fonte dos dados (sistemas estatísticos utilizados, como registros policiais ou bases do Ministério da Justiça)”, indicando preocupação com a consistência e transparência das informações oficiais.
Além disso, a psolista solicita o envio de “relatórios ou publicações oficiais produzidas por esse Ministério sobre o tema”, reforçando o objetivo de reunir subsídios para avaliação e formulação de políticas públicas.
Na justificativa, o documento cita que “2025 registrou o maior número de feminicídios, com 1.568 mulheres vítimas, um aumento de 4,7% em relação a 2024”. O texto ainda destaca que “a maioria dos casos ocorre no contexto doméstico ou familiar, sendo frequentemente praticados por parceiros ou ex-companheiros”.












