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Em 10 anos, SUS atendeu 457 mil pacientes com mesmo tipo de câncer que Lula

Maior parte das informações do DataSUS, porém, não detalha tempo de espera para início do tratamento; entenda

R7 Planalto|Edis Henrique Peres, do R7, em BrasíliaOpens in new window

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LEIA AQUI O RESUMO DA NOTÍCIA

  • Nos últimos dez anos, o SUS atendeu 457.277 casos de neoplasias malignas de pele, o mesmo tipo de câncer do presidente Lula.
  • 71% dos casos no SUS não detalham o tempo de espera para iniciar o tratamento.
  • Cerca de 67,3% dos pacientes conseguem iniciar o tratamento em até 30 dias, conforme a legislação.
  • 24,7% dos pacientes esperaram mais de 60 dias para tratamento, com quase cinco mil aguardando dois anos após o diagnóstico.

Produzido pela Ri7a - a Inteligência Artificial do R7

Lula retirou lesão basocelular do couro cabeludo em abril e iniciou radioterapia preventiva este mês Ricardo Stuckert / PR - 27.05.2026

Nos últimos dez anos, o SUS atendeu 457.277 casos classificados com o mesmo CID do presidente Luiz Inácio Lula da Silva — “neoplasias malignas da pele”. Ele iniciou radioterapia preventiva no fim do mês passado após retirar uma lesão basocelular do couro cabeludo.

Os dados levantados pelo R7 Planalto na plataforma do DataSUS, vinculada ao Ministério da Saúde, no entanto, demonstram lacuna nas informações: 71% dos casos não detalham o tempo de espera para o tratamento do câncer de pele.


Dos casos em que há detalhamento, cerca de seis em cada dez pacientes conseguem iniciar o tratamento em até 30 dias, conforme previsto em legislação (67,3%). Segundo os dados do painel de monitoramento consultados pela coluna, 85 mil pessoas iniciaram o tratamento no mesmo dia do diagnóstico.

Outros 24,7% — cerca de 32.320 pacientes ao longo do período —, no entanto, tiveram que esperar mais de 60 dias para iniciar a intervenção adequada. Desses, quase cinco mil (4.996) iniciaram uma intervenção médica dois anos depois do diagnóstico.


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Questionado sobre os casos em que o tempo de espera ultrapassa 30 dias, o Ministério da Saúde disse que “o agendamento e a gestão das filas são responsabilidade de estados e municípios”.

“Ao governo federal cabe definir políticas e diretrizes nacionais, além de repassar recursos para financiar a assistência”, informou.

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Os textos aqui publicados não refletem necessariamente a opinião do Grupo Record.

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