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Fachin defende imprensa e promete rigor sobre ameaças a Flávio Dino

Pronunciamento ocorreu após ministro Alexandre de Moraes determinar operação contra ex-secretário do governo do Maranhão

Brasília|Gabriela Coelho, do R7, em BrasíliaOpens in new window

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LEIA AQUI O RESUMO DA NOTÍCIA

  • Ministro Edson Fachin, presidente do STF, expressa solidariedade a Flávio Dino e defende a liberdade de imprensa.
  • Operação de busca e apreensão é determinada por Alexandre de Moraes contra Raimundo Cutrim, ligado a críticas a Flávio Dino.
  • Fachin enfatiza a importância da investigação rigorosa de ameaças a magistrados e defende a liberdade jornalística.
  • A Presidência do STF apoia a colegialidade e a rápida deliberação sobre investigações, mantendo a liberdade de expressão.

Produzido pela Ri7a - a Inteligência Artificial do R7

Edson Fachin
No comunicado, lido antes da sessão, Edson Fachin defendeu apuração rigorosa de ameaças Victor Piemonte/STF - 3.8.2026

O presidente do STF (Supremo Tribunal Federal), ministro Edson Fachin, prestou solidariedade ao ministro Flávio Dino com um aceno explícito às garantias da imprensa.

O pronunciamento ocorreu após o ministro Alexandre de Moraes, também do STF, determinar uma operação de busca e apreensão contra Raimundo Cutrim, ex-secretário do governo do Maranhão.


Segundo a Polícia Federal, Cutrim seria informante do jornalista Luís Pablo, conhecido por publicar reportagens e textos com críticas e oposições à atuação de Flávio Dino.

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No comunicado, lido antes da sessão de julgamentos, Fachin defendeu a necessidade de apuração rigorosa de ameaças à integridade de magistrados e seus familiares, ao mesmo tempo em que blinda a liberdade de trabalho dos jornalistas.


Na primeira parte do posicionamento, a Presidência do tribunal expressou apoio direto a Dino e ressalta que atos de intimidação ou agressão direcionados aos seus integrantes e parentes não serão tolerados.

Segundo Fachin, a Secretaria de Polícia Judicial da Corte foi acionada para atuar em parceria com as forças de segurança públicas.


“A apuração de eventuais ilícitos deve dirigir-se à conduta que constitua objeto da investigação, jamais à atividade jornalística legítima exercida no cumprimento de sua função constitucional”, disse Fachin.

A nota assegura que esse entendimento permanece “íntegro e vinculante” para todo o Poder Judiciário brasileiro, delimitando a atuação das autoridades policiais para que investigações não invadam o campo da liberdade de expressão.


“A Presidência tem a convicção de que a força do Tribunal reside em sua colegialidade, a melhor expressão de solidariedade a seus membros, seja confirmando decisões monocráticas, seja deliberando sobre o destino e a duração de investigações. A Presidência adotará as providências regimentais cabíveis para que essas deliberações ocorram com a brevidade que a matéria exige”, destacou o ministro.

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