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Governo publica lei que institui guarda compartilhada de pets

Nova legislação prevê que consultas veterinárias, internações e gastos com medicamentos deverão ser divididos igualmente

Brasília|Bruna Pauxis, do R7, em Brasília

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LEIA AQUI O RESUMO DA NOTÍCIA

  • Foi publicada a Lei nº 15.392, que regulamenta a guarda compartilhada de animais em divórcios.
  • A lei trata pets como membros da família, dividindo responsabilidades entre os tutores.
  • Em casos de violência doméstica ou maus-tratos, o agressor perde a posse do animal.
  • Descumprimento das regras pode resultar na perda definitiva do direito sobre o animal.

Produzido pela Ri7a - a Inteligência Artificial do R7

Norma entrou em vigor em todo o território nacional e prevê regras rígidas para cuidado com animais Senado/Senado - Arquivo

O governo federal publicou, no Diário Oficial da União desta sexta-feira (17), a norma que prevê a guarda compartilhada de animais em caso de divórcio ou dissolução de união estável. A Lei nº 15.392/2026 busca corrigir vácuos jurídicos e tratar pets como integrantes da família que demandam responsabilidades divididas entre as partes envolvidas.

A partir de agora, se não houver um acordo amigável entre o ex-casal, o juiz deverá determinar o compartilhamento da custódia de forma equilibrada. O tempo de convívio será definido com base na disponibilidade de cada tutor e na capacidade de oferecer um ambiente adequado ao animal.


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A lei também estabelece uma distinção clara sobre o sustento financeiro dos animais.

Confira:


  • Despesas do dia a dia: gastos com alimentação e higiene ficam a cargo de quem estiver com o animal no momento.
  • Despesas extraordinárias: consultas veterinárias, internações e gastos com medicamentos devem ser divididos igualmente (50% para cada).

Um dos pontos mais rígidos da lei proíbe a custódia compartilhada em casos de violência doméstica ou quando houver registro de maus-tratos contra o animal. Nessas situações, o agressor perde automaticamente o direito a ter acesso ao pet, sem possibilidade de contar com qualquer tipo de indenização e ficando responsável por eventuais dívidas pendentes.

A norma também pune por descumprimento das regras estabelecidas. Caso um dos tutores negligencie as obrigações ou não cumpra os termos da custódia, de forma reiterada e sem justificativa, poderá perder o direito ao animal definitivamente, em favor da outra parte.

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